Racionamento de energia chega aos monumentos de Paris

Museus, prefeituras e torres da capital francesa terão iluminação ornamental desligada à noite

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Torre Eiffel também terá iluminação ornamental desligada | Foto: Reprodução/Pixabay
Torre Eiffel também terá iluminação ornamental desligada | Foto: Reprodução/Pixabay

Uma das cidades mais visitadas do mundo reduzirá seu brilho para moradores e turistas a partir de 23 de setembro: os monumentos municipais de Paris terão a iluminação desligada depois das 22 horas. A medida foi anunciada nesta terça-feira, 13, pela prefeita da capital francesa, Anne Hidalgo, como uma iniciativa para reduzir o gasto de energia, diante da crise no fornecimento e do aumento de preços gerados pela redução das entregas da Rússia à Europa.

A Torre Eiffel, o Hôtel de Ville de Paris, a Torre Saint-Jacques, os museus municipais e as prefeituras da região metropolitana estão na lista dos monumentos que ficarão sem iluminação noturna.

A prefeita socialista disse que as ruas, por questão de segurança, continuarão iluminadas, mas que irá pedir ao governo que todos os monumentos nacionais tenham a iluminação suspensa à noite. O mesmo pedido será feito aos donos de monumentos privados, disse a prefeita.

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Quanto às pontes da capital, a iluminação ornamental será desligada “se for compatível com os imperativos de segurança para a navegação fluvial”, especificou a prefeitura.

O governo municipal também anunciou novos parâmetros de temperatura para o aquecimento de prédios públicos. A temperatura será reduzida em 1 grau durante o dia, de 19 para 18 graus, excluindo asilos e creches, e para 12 graus à noite e nos fins de semana, ou seja, sempre que esses edifícios estiverem desocupados. Esta mudança será cancelada em caso de temperaturas muito baixas em novembro, assegurou a prefeita.

A temperatura das 40 piscinas parisienses também será reduzida em 1 grau, de 27 para 26 graus. O objetivo das medidas, chamadas de “plano de emergência para a sobriedade”, é reduzir o consumo em 10%, ou o equivalente ao “consumo de energia de 226 escolas”, disse a prefeita Anne.

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