publicidade
Mundo

Soldado dos EUA é acusado de lucrar com operação contra Maduro

Militar teria usado informação sigilosa para apostar e ganhar mais de US$ 400 mil

Venezuela Maduro
Nicolás Maduro foi capturado em 3 de janeiro em operação dos EUA em Caracas, na Venezuela I Foto: Divulgação/Donald Trump/Truth Social

Um soldado do Exército dos Estados Unidos é acusado de usar informações sigilosas sobre uma operação militar para lucrar em apostas financeiras ligadas ao futuro político da Venezuela.

+ Leia mais notícias do Mundo em Oeste

Receba nossas atualizações

Segundo o Departamento de Justiça, Gannon Ken Van Dyke teria obtido mais de US$ 400 mil ao apostar em resultados relacionados à captura do ditador Nicolás Maduro.

Uso de informação sigilosa sobre Maduro

De acordo com a acusação, o militar participou do planejamento da operação chamada “Absolute Resolve”, que resultou na captura de Maduro. Ele teria usado esse acesso privilegiado para apostar em uma plataforma de mercado de previsões sobre eventos políticos e militares.

Entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, Van Dyke realizou ao menos 13 apostas relacionadas a cenários envolvendo a Venezuela.

As apostas indicavam que forças americanas atuariam no país e que Maduro deixaria o poder até o fim de janeiro.

Depois da execução da operação, a plataforma validou os contratos como positivos e garantiu o lucro ao militar.

Leia mais: “Sequestro internacional: criança de 10 anos é resgatada em Cuba

Segundo a investigação, Van Dyke investiu cerca de US$ 33 mil nas apostas e obteve retorno significativo com a confirmação dos eventos.

Tentativa de ocultação

Os investigadores afirmam que o militar tentou ocultar a origem dos ganhos ao transferir recursos para carteiras de criptomoedas e contas externas.

Ele também solicitou a exclusão da conta utilizada nas apostas e alterou dados cadastrais para dificultar a identificação.

Acusações e desdobramentos

Van Dyke responde por fraude, uso indevido de informação confidencial e crimes financeiros.

Se condenado, pode enfrentar penas que somam até 20 anos de prisão, conforme a legislação americana.

Leia mais: “Hamas usa cessar-fogo para se rearmar em Gaza, diz inteligência de Israel

Autoridades afirmam que o caso representa violação grave de confiança e risco à segurança nacional, já que envolve uso de dados estratégicos para benefício pessoal.

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade