O governo dos Estados Unidos (EUA) revelou um pacote de US$ 700 milhões destinado a impulsionar o setor de carvão, com parte dos recursos direcionada à construção das primeiras usinas termelétricas a carvão em mais de dez anos no país. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 4, pelo presidente Donald Trump.
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O republicano destacou o compromisso da administração em apoiar a indústria carbonífera, considerada estratégica para a segurança energética nacional. Ao lado de governadores e integrantes do gabinete na Casa Branca, Trump afirmou que a medida busca diminuir os custos de energia para a população.
“Hoje estamos tomando medidas históricas para reduzir o preço da energia e o custo de vida para todos os norte-americanos com o poder do carvão limpo e sustentável”, declarou o presidente, que também criticou a energia eólica, segundo o The New York Times.
Detalhes do novo pacote de Trump

Do total anunciado, US$ 425 milhões vão modernizar e prolongar a operação de 12 usinas que poderiam ser fechadas nos próximos anos. Para liberar esses recursos, Trump recorreu à Lei de Produção de Defesa, criada durante a Guerra da Coreia e que permite ao presidente reforçar indústrias consideradas essenciais.
O Departamento de Energia também informou que investirá até US$ 350 milhões em projetos de carvão. Entre eles, a construção de novas usinas no Alasca e em Virgínia Ocidental. Parte desse valor irá para a reativação de uma usina desativada em Maryland. Os recursos vêm de fundos originalmente criados para reduzir emissões de poluentes industriais.
Leia mais: “O duro recado de Washington ao Brasil”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 324 da Revista Oeste
No Alasca, a usina Terra Energy Center está prevista para o Vale Matanuska-Susitna, região conhecida pelas geleiras e pesca de salmão. O projeto, liderado por uma afiliada canadense, busca suprir a demanda de minas de ouro e centros de dados, já que o fornecimento de gás natural local está se esgotando.
Detalhes sobre as iniciativas no Alasca e em Virgínia Ocidental são escassos, e as empresas responsáveis não se pronunciaram até o momento.
Leia também: “Corrida tecnológica entre EUA e China”, reportagem de Eugenio Goussinsky publicada na Edição 323 da Revista Oeste






































Acho que não preciso arguir que os EUA estão se preparando para a guerra né!?
Aço que não precisa falar que ditaduras que estão prestes a caírem China e Rússia…gostam de arrumar guerras e invasão para tentar dar mais longevidade às suas infâmias..como apoiar terroristas e narcotráfico!
Há 4-5 anos venho dizendo que o BOSTIL virou um NARCOESTADO…desde os patrocinadores do ADELIO BISPO…
A ÚNICA coisa que me surpreendeu foi a COOPERAÇÃO das Forças Armadas Brasileiras nesse processo!
Pensei que tinha mais Honra!
Obrigado TRUMP! Tem meu apoio irrestrito,,,, povo que não consegue ser honesto e inteligente TEM de PAGAR o CUSTO SIM….e agradecer!