No dia seguinte ao ataque a tiros durante um jantar com jornalistas em Washington, o presidente Donald Trump declarou que as forças de segurança conseguiram conter o criminoso antes que ele se aproximasse do salão principal onde estavam convidados e autoridades.
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Em entrevista à Fox News, Trump detalhou que o agressor foi detido rapidamente. O republicano avaliou que esse tipo de evento representa um grande desafio para a segurança, em razão do fluxo intenso de pessoas e dos vários pontos de acesso ao local.
Resposta das autoridades e protocolos de segurança
O incidente mobilizou agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos, que prenderam o atirador ainda nas áreas de triagem. Especialistas consultados por veículos internacionais afirmaram que a resposta seguiu protocolos voltados para impedir a aproximação de ameaças e garantir o afastamento de autoridades do perigo imediato.
Trump falou ainda sobre o perfil do homem detido. Ele o descreveu como alguém com “muito ódio” e revelou que familiares já conheciam episódios anteriores de dificuldades. O presidente mencionou a existência de um manifesto escrito pelo atirador, sem dar detalhes sobre o conteúdo.
O chefe do Executivo destacou que proteger encontros desse porte é uma tarefa complexa, principalmente pela presença de autoridades, jornalistas e equipes de apoio em um mesmo espaço.
Trump fala sobre política internacional
No decorrer da entrevista, Trump também abordou a política internacional e afirmou que o fim da guerra com o Irã pode estar próximo. O presidente observou que há negociadores “razoáveis” do lado iraniano e que contatos diretos, inclusive por telefone, podem acelerar as tratativas. “Se eles quiserem falar, podem vir até nós ou podem nos ligar”, afirmou. “Existe telefone. Temos linhas seguras.”
As declarações surgem em um contexto de impasse diplomático, com negociações indiretas em andamento, mediadas pelo Paquistão, e um cessar-fogo vigente, mas sem acordo final. Trump afirmou ainda que o programa nuclear iraniano segue como ponto central das exigências para o fim do conflito.
O presidente criticou aliados ao dizer que a Organização do Tratado do Atlântico Norte não ofereceu o apoio esperado no confronto com o Irã. Trump também citou o Reino Unido. O republicano avaliou que a promessa de envio de embarcações depois da guerra seria insuficiente diante da conjuntura atual.
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Trump mencionou ainda a China. Ele adotou um discurso menos rígido ao sugerir que Pequim poderia ter desempenhado papel mais relevante na conjuntura global. No entanto, preferiu não endurecer a crítica.









































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