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Trump ordena liberação de Ormuz em 48 horas

Em mensagem ao Irã, o presidente dos EUA ameaça transformar país em 'inferno'

Donald Trump guerra EUA Irã
Trump afirmou que os EUA têm um plano para atingir estruturas estratégicas do Irã | Foto: Reprodução/Casa Branca

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou, neste sábado, 4, que, caso o Irã não libere o Estreito de Ormuz ou se recuse a negociar um acordo com ele, nas próximas 48 horas, “o inferno reinará” sobre a nação do Oriente Médio.

O líder norte-americano relembrou que o prazo de 10 dias dado por ele está acabando. No entanto, o governo iraniano nega ter concordado com qualquer negociação com Donald Trump.

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“Lembram-se de quando dei ao Irã dez dias para fazer um acordo ou abrir o Estreito de Ormuz?”, escreveu o presidente dos EUA. “O tempo está se esgotando — 48 horas antes que o inferno reine sobre eles. Glória a Deus.”

Saiba mais:

Em 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel começaram uma onda de ataques contra o Irã. A ação ocorreu depois da escalada das tensões sobre o programa nuclear iraniano.

Trump avisa que Marinha dos EUA pode ser acionada para garantir fluxo de navios-tanque no Estreito de Ormuz | Foto: Reprodução/X
Marinha dos EUA pode ser acionada para garantir fluxo de navios-tanque no Estreito de Ormuz | Foto: Reprodução/X

ONU adia votação sobre Estreito de Ormuz

O Conselho de Segurança da ONU que votaria, neste sábado, uma resolução de Bahrein que busca proteger a navegação comercial dentro e ao redor do Estreito de Ormuz, com uso de força militar contra o Irã, adiou a deliberação para a próxima semana.

O encontro foi adiado, pois a China, que tem poder de veto, já reforçou a sua posição contrária. Além da China, a Rússia e a França — que também têm poder de veto — se opõem à autorização de qualquer uso da força na região.

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O enviado da China à ONU, Fu Cong, afirmou que tal medida “legitimaria o uso ilegal e indiscriminado da força, o que inevitavelmente levaria a uma escalada ainda maior da situação e a sérias consequências”.

Depois do ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, que desencadeou um conflito que já dura mais de um mês, os preços do petróleo dispararam, diante dos riscos e da interrupção do tráfego na principal rota de navegação da região, o Estreito de Ormuz.

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