O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu o compartilhamento de inteligência norte-americana com a Ucrânia. A informação foi divulgada pelo diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), John Ratcliffe, em entrevista à emissora Fox Business nesta quarta-feira, 5.
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De acordo com Ratcliffe, a ordem veio depois da discussão entre Trump e o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky durante a visita deste à Casa Branca na última sexta-feira, 28. Além disso, os Estados Unidos também interromperam o apoio militar à Ucrânia depois do episódio.
CIA Director John Ratcliffe confirms that President Trump has PAUSED intelligence sharing with Ukraine until he is comfortable that Zelensky is committed to the peace process 💥
— Patri0tsareinContr0l (@Patri0tContr0l) March 5, 2025
Trump isn’t messing around. If you’re not committed to making peace around the world, you won’t have… pic.twitter.com/YiCuwoEYT3
Ratcliffe explicou que a decisão de Trump é fruto de dúvidas do presidente dos EUA sobre o comprometimento de Zelensky com o processo de paz. O republicano também suspendeu a assistência norte-americana para avaliar melhor a situação.
Zelensky enviou carta a Trump depois da discussão na Casa Branca
O diretor da CIA acrescentou que a medida deu a Zelensky a oportunidade de demonstrar seu compromisso com a paz e responder ao presidente dos EUA. Na última terça-feira, 4, o presidente da Ucrânia enviou uma carta a Trump na qual afirmava estar disposto a colaborar com seu homônimo norte-americano para encerrar o conflito.
I’m surprised how many people were completely unaware that the CIA were openly sharing intelligence with Ukraine.
— Clandestine (@WarClandestine) March 5, 2025
Most of the country have no idea that Ukraine is a proxy of the US.
They use our money, weapons, equipment, training, intelligence, etc. The only thing that makes… pic.twitter.com/WymdSvelFB
“Acredito que, no âmbito militar e de inteligência, a pausa [que levou Zelensky a responder] desaparecerá”, disse Ratcliffe. “E acho que trabalharemos lado a lado com a Ucrânia, como devemos, para conter a agressão que está em curso, mas também para colocar o mundo em uma posição melhor para que essas negociações de paz avancem.”






































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