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Twitter desarticula rede chinesa de mentiras

Perfis supostamente às ordens de Pequim espalharam narrativas a favor do Partido Comunista e da "atuação positiva" da China no combate ao coronavírus

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Foto: DIVULGAÇÃO/FLICKR

Perfis supostamente às ordens de Pequim espalharam narrativas a favor do Partido Comunista e da “atuação positiva” da China no combate ao coronavírus

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Perfis no Twitter ligados a Pequim estariam divulgando informações falsas | Foto: DIVULGAÇÃO/FLICKR

O Twitter suspendeu ontem 180 mil contas supostamente ligadas a Pequim. Segundo a empresa, os perfis integravam uma campanha de desinformação coordenada pelo governo chinês para atacar o Ocidente.

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Desse número, 150 mil contas serviam apenas para impulsionar as demais, que também foram desativadas. Há registro da participação da Rússia e da Turquia em apoio à China.

“Espalharam versões geopolíticas favoráveis ​​ao Partido Comunista. Além disso, estavam divulgando narrativas enganosas sobre a dinâmica política em Hong Kong”, informou em nota a companhia de mídia.

A operação realizada ontem pelo Twitter é uma das maiores que a empresa já fez. E ocorre no momento em que os Estados Unidos e países europeus acusam a China de espalhar desinformação sobre o coronavírus.

Líderes mundiais garantem que os comunistas usam a pandemia de covid-19 para alcançar seus próprios objetivos estratégicos. Contudo, Pequim vem reiterando “apoio à democracia” e à luta contra o patógeno — que veio da China.

Influência digital

De acordo com o Instituto Australiano de Política Estratégia (IAPE), que analisou as contas excluídas, a campanha também tentou equipar os protestos de Hong Kong com os da morte de George Floyd.

Assim sendo, pretende-se vender a imagem de que o governo Trump responde às manifestações com truculência. Portanto, não respeita os direitos humanos. Na semana passada, um diplomata chinês fez essa mesma acusação.

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, denunciou o movimento no último fim de semana, ao afirmar que o Partido Comunista da China quer usar a morte de Floyd como propaganda contra a democracia norte-americana.

O analista sênio da IAPE, Jacob Wallis, afirma que a intenção dos envolvidos da rede desarticulada pelo Twitter era inflar o número de tuítes para crescer o engajamento na rede social, informa reportagem do jornal Financial Times.

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1 comentário
  1. Rita
    Rita

    Comunistas miseráveis trabalhando ativamente para tornar os brasileiros escravos. Malditos sejam! Estão agressivos e apelando à todos meios escusos que lhes são habituais. São traidores da nação e tem que ser tratados como tal.

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