publicidade
Mundo

Venezuela atribui 100 mortes a operação militar dos EUA

Governo de transição relata baixas elevadas e detalha ferimentos em Maduro e Cilia Flores

Venezuelan President Nicolas Maduro's initial appearance to face U.S. federal charges, in Manhattan. Venezuela
Nicolás Maduro: de ditador da Venezuela durante quase 13 anos a presidiário sob custódia do governo dos Estados Unidos — Nova York, 5/1/2025 | Foto: Adam Gray/Reuters

As autoridades interinas da Venezuela informaram, nesta quarta-feira, 7, que a operação militar conduzida pelos Estados Unidos resultou na morte de 100 pessoas. A declaração partiu do ministro do Interior, Diosdado Cabello, durante programa exibido pela televisão estatal.

+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste

Receba nossas atualizações

Segundo ele, integrantes do aparato de segurança ligado ao antigo governo morreram “a sangue frio”. O Exército divulgou uma relação inicial com 23 militares mortos. Cuba também se manifestou e afirmou que 32 integrantes de suas forças armadas e da inteligência perderam a vida em território venezuelano.

Cabello relatou ainda ferimentos sofridos por Nicolás Maduro e por Cilia Flores durante a ação realizada na madrugada de 3 de janeiro. De acordo com o ministro, ela teve lesão na cabeça, enquanto Maduro sofreu um ferimento em uma perna.

Governo da Venezuela declarou luto nacional

Na terça-feira (6), Delcy Rodríguez, aliada de Maduro, que assumiu o governo interinamente, decretou uma semana de luto em homenagem aos militares mortos. Cabello elogiou a dirigente e a classificou como “corajosa” durante a atração semanal.

Paralelamente, Nicolás Maduro passou por audiência de custódia em Nova York, na segunda-feira 5. O ex-líder ouviu as acusações formais, declarou-se inocente e afirmou ser o “presidente sequestrado da Venezuela”. A Justiça dos Estados Unidos determinou prisão preventiva, sem fiança, tanto para Maduro quanto para Cilia Flores.

O tribunal marcou nova audiência para 17 de março, quando acusação e defesa apresentarão seus argumentos. O julgamento deve ocorrer apenas no próximo ano e seguirá o rito de júri popular, como prevê o sistema penal norte-americano.

Leia mais: “Venezuela enviou quase US$ 6 bi em ouro para a Suíça”

Confira

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade