Quando é interpelado sobre a possibilidade de entrar para a política, o ministro Luiz Fux responde que a chance é “nula”.
A avaliação é de pessoas no entorno de Fux ouvidas pela coluna em caráter reservado.
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Desde o voto para absolver o ex-presidente Jair Bolsonaro da suposta trama golpista, Fux ganhou ainda mais a simpatia da direita.
Em uma entrevista há poucos meses, Valdemar Costa Neto chegou a falar que vê o magistrado como “senador” — há quem o deseje governador do Rio de Janeiro.
Fux completará 75 anos em 2028. Por isso, é o próximo a deixar o Supremo Tribunal Federal pelos critérios da aposentadoria compulsória.
Entre outros planos ao tirar a toga, avalia dedicar-se à vida acadêmica.
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Fux admite injustiças no 8 de janeiro
Ao votar em novos julgamentos do 8 de janeiro, Fux admitiu ter cometido injustiças em posições anteriores e votou para absolver ou diminuir pena de condenados.
Os casos são os de manifestantes acampados em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília.
Leia também: “Um voto supremo”, reportagem publicada na Edição 287 da Revista Oeste
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