A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), de prorrogar a CPMI do INSS gerou uma reação imediata do presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP).
No mesmo dia em que Mendonça deu 48 horas a Alcolumbre para que lesse o requerimento de prorrogação da CPMI, o senador recorreu à Advocacia do Senado para elaborar um parecer jurídico sobre a extensão dos trabalhos do colegiado.
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Alcolumbre, segundo interlocutores ouvidos por Oeste, recebeu a decisão com “surpresa e irritação”. O presidente do Congresso teria dito que a decisão do STF é uma “interferência descabida”.
Ao analisar o posicionamento de Alcolumbre sobre a prorrogação, o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou a Oeste que o acionamento da advocacia seria “um direito dele”.
Apesar disso, o parlamentar chegou a refletir qual seria o interesse de Alcolumbre em não investigar o escândalo do caso Master.

“Eu tentei marcar com ele sobre nós dialogarmos, duas vezes, e não houve manifestação alguma”, declarou. “Então, eu parti para o mandado de segurança, não por meu desejo, mas como líder e presidente de uma comissão de investigação que tem o direito de continuar e dá uma resposta ao povo brasileiro.”
A resistência de Alcolumbre
Também a Oeste, o senador Izalci Lucas (PL-DF) afirmou que Alcolumbre está “indignado” com a decisão da Suprema Corte: “Agora, com a decisão dele de recorrer, teremos de aguardar”.

“Na prática, o STF sempre interferiu na CPMI”, analisou. “Temos de ter garantido o direito da minoria no Legislativo, e o instrumento da minoria é a CPI. Mas temos esperança de que a prorrogação seja mantida. Mas há resistência de Alcolumbre em relação ao caso Master, Frei Chico e Lulinha. Por isso vemos toda essa blindagem.”
O ministro André Mendonça decidiu levar o caso diretamente ao plenário físico da Corte. O julgamento foi marcado pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, para esta quinta-feira, 26.
De acordo com aliados, Alcolumbre espera que o plenário do STF derrube a decisão de Mendonça.
Leia também: “O rastro da roubalheira”, reportagem de Sarah Peres publicada na Edição 314 da Revista Oeste
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ALCOLUMBRE nunca perde a oportunidade de confirmar o canalha que é. Como as evidências mostram, está envolvido até o pescoço com esse roubo do INSS. Que outra razão poderia ele ter para decretar o sigilo dos vídeos que certamente podem mostrar o entra e sai do Careca do INSS no Congresso? Que outra razão para preservar o sigilo desses vídeos que certamente comprometem solidamente as atuações em falcatruas por parte de seu braço direito?
Chamar ALCOLUMBRE de CANALHA é, no mínimo, um elogio, ainda que seja uma ofensa aos muito canalhas de menor quilate espalhados por Brasilia.
Esse FDP , nanico e criminoso deveria ser impeachmado .