A deputada federal Carol De Toni (PL-SC) se reúne nesta quarta-feira, 25, com a alta cúpula do partido para definir o futuro da sua candidatura ao Senado Federal nas eleições.
De Toni se reunirá na sede do PL em Brasília com o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (RJ), e o pré-candidato a senador por Santa Catarina pela sigla, o ex-vereador carioca Carlos Bolsonaro.
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A informação já havia sido adiantada por Oeste na semana passada. De Toni espera receber garantias de que concorrerá ao Senado pelo partido. O impasse está no acordo firmado com a Federação União-PP, que precisaria ser desfeita pelo PL.
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A parlamentar conta com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Inclusive, o ex-chefe do Executivo já teria se posicionado dentro do partido pela indicação de Carol De Toni e Carlos Bolsonaro para as duas vagas.
O potencial político da deputada é visto como essencial para parte da alta cúpula do partido, a qual articula para manter sua candidatura pelo PL. Sem um posicionamento oficial, De Toni já conversa com outras legendas, sobretudo o Novo, para viabilizar sua corrida ao Senado Federal.
O acordo entre o PL e a Federação União-PP
No acordo inicial, o PL lançaria um candidato ao Senado, enquanto a federação escolheria outro. De Toni era a candidata natural à vaga do PL, enquanto Espiridião Amin (PP) seria o candidato da federação. Contudo, o ex-vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) anunciou a entrada na disputa, o que impactou a vaga destinada ao PL. Agora, o partido terá de decidir entre preservar o acordo com União e o PP ou optar por uma chapa pura, com De Toni e Carlos.
PL, União e PP concentram um valor expressivo do fundo eleitoral (R$ 1,8 bilhão) e do tempo de propaganda. Cada legenda recebe sua parcela separadamente, mas, quando atuam na mesma coligação, conseguem direcionar volume significativo de verba e estrutura para as candidaturas prioritárias. Nesse caso, a manutenção do acordo entre PL e Federação União-PP ampliaria a capacidade de financiamento e comunicação da chapa majoritária no Estado. Uma divisão política, contudo, reduziria essa força conjunta.
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Carol maravilhosa !