Revista Oeste - No Ponto

Lewandowski e Renan ajudaram em ‘golpe contra Dilma’?

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(Da esq. para dir.) O ex-presidente da Bolívia Evo Morales, o presidente da Argentina, Alberto Fernández e o Presidente Lula durante uma apresentação no Centro Cultural Kirchner, Buenos Aires, na Argentina | Foto: Divulgação
(Da esq. para dir.) O ex-presidente da Bolívia Evo Morales, o presidente da Argentina, Alberto Fernández e o Presidente Lula durante uma apresentação no Centro Cultural Kirchner, Buenos Aires, na Argentina | Foto: Divulgação

Durante uma de suas falas em Buenos Aires, na Argentina, o presidente Lula afirmou que a ex-presidente Dilma Rousseff sofreu um “golpe de Estado” em 2016. O petista, é claro, se referia ao impeachment da então chefe do Executivo pelo crime das pedaladas fiscais. O que Lula chama de “golpe” foi um processo constitucional que obteve o aval da maioria do Congresso e a participação do então presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski. Na época, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), aliado de Lula, presidiu a sessão de impeachment ao lado de Lewandowski. Lula está atacando as instituições democráticas brasileiras?

Leia também: “A era da grande mentira”, artigo de J.R. Guzzo para a Edição 146 da Revista Oeste.

A coluna No Ponto analisa e traz informações diárias sobre tudo o que acontece nos bastidores do poder no Brasil e que podem influenciar nos rumos da política e da economia. Para envio de sugestões de pautas e reportagens, entre em contato com a nossa equipe pelo e-mail [email protected].

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9 comentários Ver comentários

  1. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI), comandado pelo general Marco Edson Gonçalves Dias, sabia do risco dos atos de vandalismo praticados em 8 de janeiro na Praça dos Três Poderes, em Brasília. O general Dias já chefiou anteriormente o esquema de segurança pessoal do presidente Lula. A informação é da revista Veja, que teve acesso a um conjunto de mensagens que revelariam ter ocorrido “no mínimo negligência, imprudência e omissão de autoridades lotadas no próprio Palácio do Planalto, particularmente no GSI”.

    As mensagens foram trocadas em um grupo de WhatsApp utilizado pelo GSI e pelo Comando Militar do Planalto (CMP) para combinar procedimentos operacionais. Em 6 de janeiro, aconteceu uma reunião de representantes de segurança do Distrito Federal (DF), do governo Federal, do Congresso e do Supremo Tribunal Federal. O encontro serviu para montar um plano de segurança para o protesto que estava sendo convocado para o fim de semana.

    A decisão unânime foi contra a autorização de manifestantes na Esplanada dos Ministérios. Para o GSI, no entanto, a situação poderia ser tratada como “normalidade”. A segurança foi deixada para apenas 15 homens. https://revistaoeste.com/politica/general-dispensou-pelotao-de-choque-no-dia-8-de-janeiro-diz-veja/

  2. A bandiDILMA E SUA CORJA MALDITA SÃO PROVAS VIVAS, COM SAÚDE E DENTES NAS BOCAS, DAS FALHAS GROTESCAS DO REGIME MILITAR BRANDO, A DITADURINHA BRASILEIRA DE MERDA, E DA OPERAÇÃO CONDORZINHO DA AMÉRICA LATrINA.

  3. É a tentativa constante da esquerda em reescrever a história, apagar pessoas nas fotos, chamar os outros do que ela é e de fazer o que ela faz. É só isso!

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