O relator da proposta de dosimetria, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), afirmou que a votação da matéria na Câmara só ocorrerá se houver entendimento entre os presidentes das duas Casas do Congresso. Segundo ele, a falta de sintonia entre Câmara e Senado gera insegurança nas bancadas.
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“Tem uma preocupação das bancadas, que eu senti hoje em todas elas, essa preocupação de votar e o Senado segurar”, disse Paulinho da Força, sobre a tramitação do Projeto de Lei (PL) da Dosimetria. “Como estou trabalhando para pacificar o país, não poderia deixar essa confusão que está hoje entre Senado e Câmara.”

O deputado relatou ter conversado com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Ele afirmou que a expectativa é de que os dois acertem os ponteiros ainda nesta semana.
“Parece que o Davi vai participar de um evento do ministro Barroso, mas depois disso, lá pela meia-noite, deve haver uma conversa entre os dois presidentes para que a gente possa pacificar também essa relação”, afirmou Paulinho.
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Interpelado se a votação dependeria desse entendimento prévio, o relator foi categórico: “Senti que sim”. “Acho até que, se não tiver esse entendimento no Senado, a Câmara não vota.”
“Estou aqui [no Senado] exatamente para não mudar nada, para tentar pacificar”, declarou o deputado. “Vai dar certo. Vamos fazer um grande entendimento hoje à noite com o Davi e o presidente Motta. Aí, sim, pacífica aqui dentro para a gente poder seguir pacificando o Brasil.”
PL da Dosimetria não deve ter resistência
Ainda segundo análise de Paulinho da Força, a reunião entre Motta e Alcolumbre é fundamental para superar desgastes recentes. “Sou daqueles que sempre acreditam no diálogo”, disse o relator.
“Acho que essa reunião [no Senado] foi importante porque houve alguns desacertos, e essa conversa pode resolver o futuro dessa dosimetria”, analisou o deputado. “Vamos ver, talvez outros líderes também queiram participar.”
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O parlamentar disse ainda que não espera resistência do Supremo Tribunal Federal à proposta. “Na medida em que me conhecem há algum tempo, sabem da relação que têm comigo”, afirmou Paulinho. “Não me procuraram até agora porque já está pacificado.”
Mais cedo, depois de reunião com Paulinho da Força com a bancada do PSDB, o deputado Aécio Neves (MG) também destacou a importância de buscar consenso em torno do texto.
“Estamos convencidos de que o caminho do centro, do equilíbrio, da dosimetria das penas é o caminho que o Brasil espera”, afirmou Aécio. “É o caminho que nós, brasileiros, precisamos trilhar. A votação da semana que vem vai ser histórica em favor do Brasil e não dos extremos.”
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Acordo caracú pode ficar pra você e pro vampiro ….
Extrema esquerda ,querem escravizar os trabalhadores, l
O STF pra nao passar vergonha resolveu tomar pra si o congresso e dirige essa tal dosimetria que é apenas uma regua juridica que os juizes tem de usar por natureza, pois nao existe isso na constituicao!
ADPF 153 – o STF julgou e deixou claro que é PRERROGATIVA EXCLUSIVA DO CONGRESSO conceder ANISTIA. Inclusive com votos de Gilmar Mendes e Carmem Lúcia. Inclusive para TORTURADORES. Já dosimetria cabe ao Juiz aplicar e no caso, pode os Ministros alterarem seu entendimento num julgamento ou num recurso e todos os réus podem solicitar revisão de pena. Pior a URGÊNCUA foi pra aprovar ANISTIA e não DOSEMETRIA.
Até irônico, falar em pacificação. Quem? Pous é….quem???
Esqueçam o Congresso atual, e façam de tudo para elegerem gente que tem pelo menos mais de um neurônio, pois já não serão de extrema esquerda.
Paulinho da Força é um baluarte da democracia criativa.