A romaria do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, pelo Parlamento em direção ao Supremo Tribunal Federal (STF) se tornou uma via-sacra.
Entre gabinetes fechados, resistências silenciosas e acenos calculados, o indicado de Lula avança um passo por dia com muita dificuldade.
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Oeste apurou que, mesmo com o endosso de ministros do STF, os senadores têm resistido a apoiar o AGU. Há alguns dias, parlamentares receberam ligações de integrantes da Corte com pedidos para aprovar Messias. Entre os argumentos, está o de que o AGU é “técnico”. Ainda assim, congressistas não se deram por convencidos. As queixas são o péssimo relacionamento do governo com o Congresso e entraves com emendas no STF, atualmente sob relatoria de Flávio Dino, que sucedeu a Rosa Weber.
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Esse lobby nem sequer evitou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), marcasse a sabatina para 10 de dezembro. Em virtude do prazo, Messias terá apenas duas semanas para atingir o placar necessário para a sua aprovação.
Lula vai entrar pessoalmente nas negociações por Jorge Messias

As dificuldades para emplacar Messias no STF levaram Lula a entrar pessoalmente nas negociações. A coluna apurou que o petista vai negociar com Alcolumbre e demais senadores a fim de aprovar o indicado.
O favorito ao Senado, se depender do Parlamento, é Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que foi preterido por Lula. Conforme o petista, Pacheco tem chances de vencer a disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026.
Leia também: “O tribunal do PT”, reportagem publicada na Edição 297 da Revista Oeste
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Indicação vergonhosa! Os senadores não podem aprovar.
Tofoli,Moraes ,Dino ,Zanini , esses caras são juízes?
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Ainda ficou imaginando que essa “rejeição” seja uma encenação para melhorar a imagem do L9, aprovando, na sabatina, o (im)becias para o hess1têfê. Com isso, a esquerdalha vai se derreter em elogios só L9 pela vitória, dizendo que o L9 sabe o que faz (a Crazy Hoffmann está doidinha para fazer isso).
A rejeição da indicação presidencial para o STF por parte do Senado, ainda que improvável, seria algo a celebrar se fundada em argumentos que buscassem o aprimoramento técnico e a imparcialidade na composição da corte suprema. Mas o que rege a análise são puramente interesses pessoais e liberdade de manobra nos gastos de dinheiro público.
Tudo blá blá blá.
Este ritual, quando da indicação de um pretendente ao stf, é uma palhaçada sem graça.
Grande parte deles têm os rabitos presos, e não passam de bonecos cínicos e descarados.
Quanto ao apoio de ministros do stf, mais uma indecência, já que isso não é papel desses caras….