Os ataques de ansiedade, também chamados de crises de pânico, podem trazer sintomas intensos que impactam o dia a dia. Reconhecer os sinais e adotar medidas imediatas ajuda a reduzir o desconforto e recuperar o controle.
- Principais sintomas físicos e emocionais de uma crise
- Quanto tempo geralmente dura um ataque de ansiedade
- Estratégias eficazes para aliviar e prevenir novas crises
Quais são os sintomas de um ataque de ansiedade?
Durante uma crise, o corpo reage como se estivesse em perigo real. É comum sentir palpitações, falta de ar, tremores, tontura, sudorese e náusea (em alguns casos, vômito). Também pode haver sensação de sufocamento, confusão mental e dificuldade de concentração. Emocionalmente, surgem medo intenso, apreensão e a sensação de perder o controle.
Segundo o United Kingdom National Health Service (NHS), ataques de pânico geralmente duram entre 5 e 20 minutos, embora a percepção subjetiva seja de maior duração, principalmente quando ocorrem episódios consecutivos.

O que pode desencadear uma crise?
As causas variam de pessoa para pessoa. Fatores hormonais, como alterações no ciclo menstrual ou na gravidez, podem intensificar sintomas. Vivências de estresse intenso, luto ou pressão profissional também aumentam a vulnerabilidade. Além disso, padrões de pensamento como a necessidade excessiva de controle ou uma autoavaliação negativa favorecem as crises. Questões ambientais, como a chamada eco-ansiedade diante das mudanças climáticas, também têm sido apontadas como gatilho.
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Como agir no momento de um ataque de ansiedade?
É essencial retomar a regularidade da respiração. A respiração diafragmática, inspirando pelo nariz e soltando lentamente o ar pela boca, ajuda a reduzir a hiperventilação. Focar em estímulos externos — como identificar objetos no ambiente ou repetir uma contagem — também auxilia no reequilíbrio.
Outras técnicas úteis incluem o relaxamento muscular progressivo e o mindfulness, práticas que reduzem a tensão física e favorecem a consciência do presente. Embora possam não interromper totalmente a crise, diminuem a intensidade dos sintomas.

Tratamentos indicados para quem sofre com crises frequentes
Se os episódios se repetem, buscar apoio profissional é fundamental. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é considerada a mais eficaz, pois ensina a identificar gatilhos e a desenvolver estratégias para lidar com eles. Em alguns casos, pode ser necessário associar tratamento psicológico ao uso de medicamentos prescritos por especialistas.
De acordo com as Linhas de Cuidado do Ministério da Saúde, a combinação de psicoterapia e, quando indicado, tratamento farmacológico é a abordagem mais recomendada para controlar os sintomas e recuperar a qualidade de vida.
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Ansiedade pode ser controlada com informação e prática
Embora assustadoras, as crises não colocam a vida em risco imediato. Com o reconhecimento dos sinais e a adoção de técnicas adequadas, é possível reduzir a frequência e a intensidade dos ataques. O acompanhamento profissional potencializa os resultados e garante segurança no processo.
- Os sintomas mais comuns incluem palpitações, falta de ar e medo intenso
- A maioria das crises dura de 5 a 20 minutos
- Respiração, relaxamento e terapia são aliados no controle da ansiedade









