Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste
Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
Oeste Geral
Entrar
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Ciência

Vulcão remoto desperta após 700 mil anos de silêncio adormecido

Gessika Cristiny Santos de Oliveira Por Gessika Cristiny Santos de Oliveira
18 abril 2026 17:12
Em Ciência
Vulcão remoto desperta após 700 mil anos de silêncio adormecido

Monitoramento por satélite detecta elevação do terreno e riscos no vulcão Taftan

O vulcão Taftan, localizado no sudeste do Irã, voltou a chamar a atenção de pesquisadores após um levantamento de aproximadamente 9 centímetros em cerca de dez meses, indicando aumento de pressão interna e reforçando a importância do monitoramento constante desse estratovulcão de quase 4.000 metros de altitude, cercado por cidades e vilarejos que podem ser afetados por explosões de vapor e emissões de gases.

O que mostra o levantamento recente no vulcão Taftan?

A elevação detectada no vulcão Taftan foi observada por meio da técnica InSAR, que usa sinais de radar de satélites para medir movimentos sutis do terreno ao longo do tempo. Imagens repetidas do mesmo local permitem comparar milímetro a milímetro a altura da superfície, revelando tanto inchaços quanto afundamentos.

Essa monitoração detalhada via satélite oferece uma visão sem precedentes do que ocorre sob a superfície. No vídeo do canal @Treasure Of World 🌎, é possível visualizar como esses dados do InSAR confirmam o reerguimento do terreno no cume do Taftan, evidenciando a pressão interna do sistema hidrotérmico:

Leia também: Os cientistas acreditam ter identificado com muito mais precisão o local de origem do Homo sapiens. A descoberta combina fósseis, clima e evolução para reconstruir a origem da nossa espécie

Leia Também

Sob quase 2 quilômetros de gelo, cientistas encontram na Antártida uma paisagem de rios antigos que pode frear glaciares rumo ao oceano

Os rios antigos escondidos sob quase 2 quilômetros de gelo na Antártida que revelam um continente muito diferente

03/06/2026
Encontrada em um cânion de Marte, esta formação de 137 metros intriga por suas faces lisas e aparência quase geométrica

A formação em Marte que parece uma pirâmide de 137 metros, mas pode ter sido esculpida apenas pelo vento

03/06/2026
Uma camada de 20 quilômetros sob Bermuda mostra que o maior mistério do Triângulo das Bermudas está no fundo da Terra

A camada gigante escondida sob o Triângulo das Bermudas que pode explicar por que a ilha não afundou no Atlântico

03/06/2026
Com 2,6 milhões de ovos, o vulcão submarino no Pacífico canadense dado como extinto revela o maior berçário de raias do mundo

O vulcão submerso no Pacífico canadense que usa calor geotérmico para proteger milhões de ovos de raias

03/06/2026

Quais são os principais riscos atuais do vulcão Taftan?

Em relação ao vulcão Taftan, o perigo predominante não é a lava, mas as explosões de vapor. Tais eventos derivam da transformação instantânea de águas subterrâneas em vapor, resultando em uma forte e súbita expansão.

Além disso, há preocupação com emissões de gases como dióxido de enxofre e dióxido de carbono, que podem ser carregados pelo vento até cidades vizinhas como Khash, a cerca de 50 quilômetros. Para entender melhor esses riscos, é útil resumir os principais efeitos possíveis identificados pelos especialistas.

  • Explosões de vapor locais próximas ao cume;
  • Aumento temporário de gases vulcânicos na atmosfera;
  • Deposição de partículas finas sobre vegetação e áreas rurais;
  • Impactos na qualidade do ar em cidades próximas em episódios específicos.

Como o vulcão Taftan é monitorado hoje em dia?

O acompanhamento do vulcão Taftan é fortemente baseado em dados de satélite, já que a área é remota e possui poucas estações em solo. A técnica InSAR permite identificar mudanças lentas, como o levantamento de alguns centímetros ao longo de meses, mesmo com nuvens, fumaça ou durante a noite.

Apesar disso, a instalação de instrumentos em campo é considerada essencial para um quadro mais completo. Uma rede moderna incluiria sismômetros, receptores de GPS de alta precisão e sensores para gases. A partir dessas necessidades, especialistas sugerem algumas ações prioritárias.

  • Implantar estações sísmicas ao redor do edifício vulcânico;
  • Instalar receptores GPS contínuos para acompanhar deformações;
  • Monitorar gases nas fumarolas e nas encostas;
  • Integrar dados de satélite e de campo em centros de vigilância;
  • Atualizar periodicamente mapas de perigo e rotas de evacuação.
Vulcão remoto desperta após 700 mil anos de silêncio adormecido
O monitoramento de Taftan integra tecnologia de satélite e sensores de solo.

Leia também: Um fóssil de quase 300 milhões de anos atrás mostra como evoluímos para respirar

Por que um vulcão sem erupções recentes ainda preocupa?

O caso do vulcão Taftan mostra que classificar um vulcão como extinto ou adormecido pode ser enganoso quando não há registros suficientes de atividade ao longo de milhares de anos. Muitos sistemas passam por longos períodos de aparente calma e depois voltam a apresentar sinais internos de agitação em intervalos curtos.

No Taftan, fumarolas persistentes no topo e o levantamento detectado por satélite indicam que o sistema ainda é alimentado por calor em profundidade. Para as comunidades ao redor, é essencial conhecer rotas de saída, entender a direção predominante dos ventos e seguir as orientações de serviços geológicos, que usam esses dados para planejar ações de preparação e reduzir riscos em eventuais mudanças rápidas no comportamento do vulcão.

Tags: CiênciaNaturezaVulcão

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas notícias

José Saramago deixou uma frase que conecta passado, presente e futuro: “Somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos.”

José Saramago deixou uma frase que conecta passado, presente e futuro: “Somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos.”

04/06/2026
Paleontólogos encontram nova espécie de axolote fóssil descoberta no México revela um mundo perdido de 4,2 milhões de anos

Paleontólogos encontram nova espécie de axolote fóssil descoberta no México revela um mundo perdido de 4,2 milhões de anos

04/06/2026
A 2ª melhor cidade do Brasil em qualidade de vida fica no interior paulista e guarda uma das maiores Matas Atlânticas da região

A 2ª melhor cidade do Brasil em qualidade de vida fica no interior paulista e guarda uma das maiores Matas Atlânticas da região

03/06/2026
Qual é o significado das tampinhas verdes nas rodas dos carros?

O que significa ver tampinhas verdes nos pneus e por que elas são diferentes das tampas pretas comuns?

03/06/2026
Qual é o significado da placa com círculo vermelho e fundo branco que está confundindo motoristas?

O que significa a placa de trânsito com círculo vermelho e centro branco que viralizou?

03/06/2026

A primeira plataforma de conteúdo cem por cento comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado. Jornalismo de excelência, focado no que é relevante, com clareza e objetividade.

  • INSTITUCIONAL
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Anuncie conosco
    • Fale conosco
    • Política de privacidade e termos de uso
  • EDITORIAS
    • Colunistas
    • Política
    • Economia
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Agronegócio
  • FAQ
    • Crie uma conta
    • Assine a revista

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35

Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35