Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste
Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
Oeste Geral
Entrar
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Ciência

O cânion submarino mais profundo do mundo afunda 2.600 metros entre Alasca e Sibéria e supera o Grand Canyon em relevo

Laila Por Laila
04 junho 2026 06:55
Em Ciência
Cânion de Zhemchug aparece como abismo gigante no Mar de Bering

Cânion de Zhemchug aparece como abismo gigante no Mar de Bering

Você não precisa olhar para uma cordilheira em terra firme para encontrar um cânion maior que muitos monumentos naturais famosos. No Cânion de Zhemchug, entre Alasca e Sibéria, o relevo afunda 2.600 metros sob o Mar de Bering e supera o Grand Canyon em queda vertical.

Por que esse cânion chama a atenção da geologia?

O Cânion de Zhemchug fica escondido sob águas frias do Mar de Bering, entre as margens do Alasca e da Sibéria. A formação é considerada um dos maiores desfiladeiros submarinos conhecidos, com cerca de 160 quilômetros de extensão.

A página enciclopédica do Zhemchug Canyon descreve a estrutura como o cânion submarino mais profundo do mundo, com relevo vertical de 2.600 metros. A área de drenagem chega a aproximadamente 11.350 km², enquanto o volume associado alcança cerca de 5.800 km³.

Relevo batimétrico mostra a escala do Cânion de Zhemchug

Leia também: Oásis de águas cristalinas no coração do sertão, onde cânions gigantes escondem cachoeiras e vistas de outro planeta

Leia Também

Geólogos encontram 6.000 quilômetros cúbicos de magma sob a Toscana sem sinais claros de vulcão na superfície

Geólogos identificam na Toscana um vulcão sem cratera ou fumaça visível com 6 mil quilômetros cúbicos de magma sob a superfície

04/06/2026
Na costa da Austrália, rochas vivas preservam a memória de quando a Terra começou a respirar oxigênio

As rochas vivas que crescem na costa da Austrália e revelam como o oxigênio transformou a história da Terra há bilhões de anos

04/06/2026
As crateras perfeitas no fundo do oceano que pareciam vazamentos de gás, mas escondiam uma história mais complexa

As crateras quase perfeitas no fundo do mar que confundiram cientistas revelam quatro forças escondidas no oceano

04/06/2026
Placas tectônicas sob Portugal e Espanha se movem milímetros por ano e redesenham lentamente a geologia da Europa

Placas tectônicas movem Portugal e Espanha lentamente enquanto África empurra a Europa por baixo do Mediterrâneo

04/06/2026

Como o cânion supera o Grand Canyon em profundidade?

O Grand Canyon, no Arizona, atinge cerca de 1.857 metros em sua profundidade máxima. Já o Cânion de Zhemchug desce até 2.600 metros, mas permanece invisível porque está coberto pela coluna d’água do Mar de Bering.

A comparação chama atenção porque coloca lado a lado dois relevos de origem muito diferente. Enquanto o Grand Canyon foi esculpido em terra firme, o desfiladeiro submarino depende de processos ligados à margem continental, ao nível do mar e ao transporte de sedimentos.

Que forças geológicas abriram esse abismo submarino?

A origem do desfiladeiro está ligada ao fim do último período glacial, quando o nível dos oceanos era cerca de 100 a 120 metros mais baixo que hoje. Nesse cenário, parte da plataforma continental atual estava exposta ou submetida a condições bem diferentes das modernas.

Pesquisa publicada na ScienceDirect discute a estrutura e a origem dos grandes cânions submarinos do Mar de Bering. A escultura desse relevo envolve principalmente estes processos:

  • Variações do nível do mar, que mudaram a posição da linha de costa após a glaciação.
  • Correntes de turbidez, formadas por água carregada de sedimentos descendo pelas encostas.
  • Erosão submarina contínua, capaz de raspar paredes e aprofundar canais no fundo oceânico.
Correntes de sedimentos esculpem o cânion submarino

Qual foi o papel do rio Yukon na formação?

O rio Yukon é uma peça importante nessa leitura geológica porque, em períodos de nível marinho mais baixo, seu sistema de drenagem podia avançar sobre áreas hoje submersas. Esse transporte de lama, areia e fragmentos rochosos ajudou a alimentar a erosão na margem continental.

Depois da elevação do mar, correntes densas continuaram descendo pelo relevo submarino. Com o tempo, essa movimentação manteve a fenda como uma rota de transporte sedimentar entre a plataforma continental e as regiões mais profundas do Mar de Bering.

Que vida depende da geologia do cânion?

Apesar da escuridão e da profundidade, o desfiladeiro não é um vazio biológico. A topografia canaliza águas ricas em nutrientes, favorece ressurgências e cria áreas de alimentação para organismos adaptados às condições frias do Mar de Bering.

Estudo disponível no National Institutes of Health detalha a importância de habitats submarinos complexos para a biodiversidade. No caso do Cânion de Zhemchug, o relevo favorece diferentes formas de vida:

  • Corais de água fria, presos a paredões rochosos em grandes profundidades.
  • Esponjas profundas, que filtram correntes ricas em partículas orgânicas.
  • Bacalhau-do-Pacífico, associado a áreas produtivas do fundo oceânico.
  • Halibute-do-Pacífico, favorecido por abrigos e zonas de alimentação.
Corais e peixes ocupam paredões frios do Cânion de Zhemchug

Por que o cânion ainda desafia a exploração submarina?

Mapear um relevo desse tamanho sob águas geladas exige sonar, batimetria e expedições especializadas. Em artigo do Geophysical Institute da University of Alaska, a superfície calma do mar é descrita como uma cobertura que esconde a verdadeira forma do vale submerso.

Para a geologia, o Cânion de Zhemchug mostra como gelo, rios, correntes e sedimentos podem construir paisagens monumentais longe dos olhos humanos. No fundo do Mar de Bering, a erosão transforma o oceano em um arquivo vivo da história da crosta.

Tags: câniongeologiaoceano

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas notícias

Geólogos encontram 6.000 quilômetros cúbicos de magma sob a Toscana sem sinais claros de vulcão na superfície

Geólogos identificam na Toscana um vulcão sem cratera ou fumaça visível com 6 mil quilômetros cúbicos de magma sob a superfície

04/06/2026
Na rota errada: descoberta uma trilha de segurança de 6.000 anos em meio a um pântano profundo

Segundo a psicologia, pessoas que levantam a mão para agradecer quando o motorista as espera atravessarem a rua revelam estes traços de personalidade

04/06/2026
Segundo Jean-Paul Sartre, nossas circunstâncias não definem nosso destino: "Não importa o que os outros fizeram com você, importa o que você faz com o que os outros fizeram com você"

Segundo Jean-Paul Sartre, nossas circunstâncias não definem nosso destino: “Não importa o que os outros fizeram com você, importa o que você faz com o que os outros fizeram com você”

04/06/2026
Uma estrela colossal pode ter desaparecido sem deixar vestígios em uma das explosões mais raras do universo.

Uma estrela colossal pode ter desaparecido sem deixar vestígios em uma das explosões mais raras do universo.

04/06/2026
Na costa da Austrália, rochas vivas preservam a memória de quando a Terra começou a respirar oxigênio

As rochas vivas que crescem na costa da Austrália e revelam como o oxigênio transformou a história da Terra há bilhões de anos

04/06/2026

A primeira plataforma de conteúdo cem por cento comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado. Jornalismo de excelência, focado no que é relevante, com clareza e objetividade.

  • INSTITUCIONAL
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Anuncie conosco
    • Fale conosco
    • Política de privacidade e termos de uso
  • EDITORIAS
    • Colunistas
    • Política
    • Economia
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Agronegócio
  • FAQ
    • Crie uma conta
    • Assine a revista

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35

Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35