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Política

8 de janeiro: inquérito militar acusa governo Lula de erro

Investigação livra tropas de responsabilidade

STF
Manifestantes que praticaram atos de vandalismo em Brasília no dia 8 de janeiro | Foto: Joedson Alves/Agência Brasil

O inquérito aberto para investigar os militares que deveriam ter protegido o Palácio do Planalto, durante o 8 de janeiro, isentou as tropas e culpou a Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial. O jornal Folha de S.Paulo obteve o documento, publicado nesta segunda-feira, 31. O órgão faz parte do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Conforme o relatório, finalizado em 2 de março, se houvesse tido planejamento “adequado” no início do governo Lula, seria possível ter evitado a invasão da sede do Executivo ou minimizado os estragos.

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Manifestantes sobem a rampa do Congresso Nacional, durante os protestos de 8 de janeiro. Pouco depois, vândalos invadiram as sedes dos Três Poderes. Em virtude disso, acabaram presos | Foto: Wikimedia Commons

Dessa forma, a investigação sugere responsabilidade secretaria do GSI e cita como coautor o Departamento de Segurança Presidencial.

“Resta evidente que o planejamento, o acionamento e o emprego de militares no tocante às ações ligadas à manutenção da integridade física do Palácio do Planalto e adjacências cabe à secretaria do GSI”, diz o documento.

Além disso, o inquérito constatou que o número de militares no dia 8 de janeiro era menor do que o de 31 de julho do ano passado.

Leia também: “Filiados a partidos de esquerda estavam no 8 de janeiro”

3 comentários
  1. XY / XX
    XY / XX

    Carta de um Brigadeiro.
    Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!
    Hoje perdemos a maior delas!
    Perdemos nossa Coragem!
    Perdemos nossa Honra!
    Perdemos nossa Lealdade!
    Não cumprimos com o nosso Dever!
    Perdemos a nossa Pátria!
    Eu estou com vergonha de ser militar!
    Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.
    Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!
    Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.
    Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.
    Joguem todas as nossas canções no lixo!
    A partir de hoje, só representam mentiras!
    Como disse Churchill:
    “Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”
    E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.
    A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. Todos verão os militares como traidores.
    Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
    Generais não serão mais representantes de suas tropas.
    Perderão o respeito dos honestos.
    As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
    Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
    Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
    Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
    Mas outros, civis, conseguiram!
    A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!
    E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?
    E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
    Isso também não aconteceu?
    Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
    Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?
    Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?
    NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!
    A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.
    O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
    Não vai ser agora que irão.
    Ah, sim, generais:
    Entrarão para a História!
    Pela mesma porta que entrou Calabar.
    QUE VERGONHA!
    Assina:
    Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini

  2. Leonardo Abreu
    Leonardo Abreu

    Tá na cara q houve facilitação para as invasões. O movimento pacífico foi infiltrado por baderneiros

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