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Política

A diplomacia do Brasil republicano

O tema é um dos destaques do artigo de Augusto Nunes e Uiliam Grizafis publicado na Edição 285 da Revista Oeste

José Maria da Silva Paranhos Junior, o Barão do Rio Branco, considerado o pai da diplomacia no Brasil | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
José Maria da Silva Paranhos Junior, o Barão do Rio Branco, considerado o pai da diplomacia no Brasil | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Em artigo publicado na Edição 285 da Revista Oeste, Augusto Nunes e Uiliam Grizafis mostram o legado de José Maria da Silva Paranhos Junior, o Barão do Rio Branco, nas relações internacionais do Brasil.

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Considerado o pai da diplomacia brasileira, o representante conseguiu, sem que fosse disparado um só tiro, deixar o país 900 mil quilômetros quadrados maior que o Brasil imperial.

Como está a diplomacia do Brasil atualmente?

O legado do audacioso diplomata, no entanto, não é honrado por Luiz Inácio Lula da Silva, pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e pelo assessor especial do presidente da República, Celso Amorim.

Leia um trecho do artigo “Pigmeu diplomático”

Além de consolidar os contornos do país, o Barão do Rio Branco estreitou as relações historicamente amistosas com os Estados Unidos e as grandes democracias europeias. Essa aliança atravessou sem maiores avarias um século atormentado por duas guerras mundiais e sucessivos solavancos. Parecia esbanjar solidez quando a vitória na eleição de 2002 instalou no Planalto uma cabeça baldia pronta para errar todas as escolhas. Com a implosão da União Soviética, passaram a ter preferência os nostálgicos do Muro de Berlim, as viúvas de Guevara, os órfãos de Stalin e todas as bestas quadradas prontas para atribuir ao capitalismo selvagem e ao imperialismo ianque todos os pecados do mundo — passados, presentes e futuros. Para Lula e seus comparsas, o futuro está no passado. Os exemplos a seguir são Cuba, Coreia do Norte, Venezuela, Nicarágua e outras obscenidades.

O artigo “Pigmeu diplomático” está disponível aos mais de 100 mil assinantes da Revista Oeste.

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A Edição 285 da Revista Oeste vai além do artigo de Augusto Nunes e Uiliam Grizafis. A publicação digital conta com reportagens e artigos de Edilson Salgueiro, Rachel Díaz, Carlo Cauti, Guilherme Fiuza, Silvio Navarro, Alexandre Garcia, Fábio Bouéri, Rodrigo Constantino, Roberto Motta, Ana Paula Henkel, Branca Nunes, Cristyan Costa, Adalberto Piotto, Ubiratan Jorge Iorio, Evaristo de Miranda, Antonio Cabrera, Dagomir Marquezi e Daniela Giorno.

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