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A nova estratégia de Witzel para barrar o ‘impeachment’

Na tentativa de permanecer no cargo, o governador do Rio de Janeiro reconduziu André Moura à Casa Civil
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC-RJ) | Foto: MARCELO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC-RJ) | Foto: MARCELO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL | O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC-RJ) | Foto: MARCELO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL

Na tentativa de permanecer no cargo, o governador do Rio de Janeiro reconduziu André Moura à Casa Civil

a nova estratégia
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC-RJ)
Foto: MARCELO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL

Ameaçado por um processo de impeachment, o governador Wilson Witzel (PSC-RJ) decidiu ontem reconduzir o ex-secretário André Moura à Casa Civil. Ele, que tem bom relacionamento com deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), foi demitido em maio. Dessa forma, considera-se que a saída acelerou os trâmites para o impedimento do chefe do Executivo. Conforme noticiou Oeste, os parlamentares da Alerj, por unanimidade, votaram no mês passado pela abertura do pedido que pode tirar Witzel do Palácio Guanabara.

Leia também: “O ataque do Covidão”, reportagem publicada na edição n° 7 de Oeste

O Diário Oficial do Estado registra a mais recente dança das cadeiras promovida pelo governador. O então titular da Casa Civil, Cleiton Rodrigues, deixou o governo definitivamente, apesar de receber um convite para permanecer na gestão. A partir de agora, iniciam-se as negociações entre Moura e a Alerj, para tentar salvar o mandato de Witzel. O governador é alvo da Operação Placebo, da Polícia Federal, que investiga supostos desvios de recursos públicos destinados à luta contra a covid-19. De acordo com Oeste, o caso é mais um episódio do Covidão.

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