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Abin nega produção de relatório para ajudar defesa de Flávio Bolsonaro

Segundo a agência, há indícios de que um servidor falseou a verdade e repassou informações à imprensa
Segundo a Abin, Flávio Bolsonaro não foi ajudado pela agência
Segundo a Abin, Flávio Bolsonaro não foi ajudado pela agência | Foto: Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo

O diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem, e o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) afirmaram nesta quarta-feira, 7, após análises de sindicância interna da agência, que não houve produção de relatórios para orientar a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). Além de negar a produção do material, o GSI informou que a sindicância interna identificou a existência de indícios da participação de um servidor, que falseou a verdade e repassou informações à imprensa. “Auditoria, realizada na base de dados da Agência, afasta, por completo, qualquer possibilidade de confecção dos relatórios divulgados”, escreveu o GSI. Ramagem, que é delegado da Polícia Federal, publicou no Twitter um comentário e um vídeo com informações sobre as apurações internas do caso. “Apuração confirma que Abin não é autora de relatórios para auxiliar defesa de senador”, escreveu.

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