A tornozeleira eletrônica tornou-se o centro da disputa jurídica depois da prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro. O advogado Paulo Cunha Bueno afirmou que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tenta “justificar o injustificável” e que a medida busca causar humilhação ao usar o dano no equipamento como pretexto. Segundo ele, Bolsonaro não tinha condições reais de fugir, pois permanecia sob escolta permanente da Polícia Federal em sua residência.
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Bueno esteve na sede da Polícia Federal em Brasília, onde Bolsonaro está detido desde a manhã deste sábado, 22. Ele ressaltou que o ex-presidente sempre compareceu espontaneamente aos atos processuais e que sua conduta não indica intenção de evasão. Para o advogado, a tornozeleira foi transformada em instrumento de constrangimento e não cumpria função prática diante da vigilância constante.
Advogado: narrativa do ministro
A Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal divulgou um vídeo que exibe a tornozeleira com sinais de avaria. As imagens mostram marcas de queimadura e danos no fecho do equipamento. Durante a gravação, Bolsonaro admitiu ter usado um ferro de soldar, alegando curiosidade. O episódio teria começado no fim da tarde de sexta-feira 21 e se estendido até a madrugada.
Apesar disso, Bueno afirma que a existência de escolta policial torna impossível qualquer tentativa de fuga. Ele diz desconhecer outro caso de monitoramento por tornozeleira que, simultaneamente, tenha vigilância armada 24 horas por dia. Na opinião do defensor, a narrativa de evasão não se sustenta diante das circunstâncias.
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O advogado afirmou que Bolsonaro jamais se esquivou do processo e que a prisão preventiva não se justifica, principalmente por apresentar um cenário sem risco concreto. Bueno destacou, sobretudo, o estado de saúde do ex-presidente. Nesse sentido, lembrou do histórico de cirurgias desde o atentado a faca, durante a campanha eleitoral de 2018.
Para o defensor, há tratamento desigual entre Bolsonaro e outros políticos. Ele citou o caso do também ex-presidente Fernando Collor, mantido em prisão domiciliar, como contraste ao que considera uma decisão desproporcional.
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Advogados cagão, tão comendo o dinheiro do pix de doação do bolsonaro. Tudo medroso. Incapazes de darem uma declaração forte contra esses abusos. Final de semana todos juntos comendo lagosta e tomando vinhos caríssimos em locais ocultos. O Brasileiro paga pela sua própria falta de entendimento e vontade de ter um país justo para todos.
Nenhuma reportagem está relatando que a polícia esteve na casa de Bolsonaro como mostrado nesse vídeo, trocou a tornozeleira e este voltou a dormir. Ele, Bolsonaro alegou que ouviu um barulho estranho na tornozeleira e quis verificar se não se tratava de uma escuta. Blz. Estava com nova tornozeleira e sob vigilância.
Para que, Bolsonaro foi colocar esse ferro de solda nessa tornozeleira? Pelo amor de Deus.
Desviar tambem o escandalo do Banco para que eles possam fugir de verdade !