O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou à Polícia Federal (PF) que utilizou ferro de solda para queimar a tornozeleira eletrônica. Aos agentes, o ex-chefe do Executivo disse que o fez por curiosidade. O alarme do equipamento disparou no início da madrugada deste sábado, 22.
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Imediatamente, a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal acionou a equipe do ex-presidente. Em vídeo feito durante a prisão, Bolsonaro é indagado por uma agente sobre o estrago.
“O senhor usou alguma coisa para queimar?”, perguntou a agente. “Meti ferro quente aí”, respondeu Bolsonaro. “Por curiosidade.”
A Secretaria de Administração Penitenciária ainda prepara um relatório sobre o caso. O órgão destacou em documento que o equipamento possuía “sinais claros de avaria” e que o ex-presidente informou que usou ferro de solda para “tentar abri-lo”.
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Diferentes hipóteses estão sendo elaboradas pelos investigadores. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deu 24 horas para a defesa do ex-presidente se manifestar sobre a violação da tornozeleira eletrônica.
Fernando Collor de Mello, também ex-presidente da República, chegou a desconectar a tornozeleira eletrônica por 36 horas. Isso ocorreu no começo de maio. À época, Moraes não optou por prisão imediata. O magistrado era o relator do caso. A defesa de Collor alegou que a falha não foi proposital e ocorreu durante o período de adaptação.
Manifestação de apoio a Bolsonaro
A decretação da prisão preventiva de Bolsonaro foi o assunto que dominou as redes sociais. No X, 14 dos 15 tópicos mais comentados no Brasil estavam relacionados ao episódio.
As hashtags #LibertemBolsonaro e #BolsonaroPresoPolítico foram as que mais movimentaram as redes sociais desde que divulgaram a notícia.
Leia mais: “O sistema não quer a anistia”, reportagem de Silvio Navarro publicada na Edição 289 da Revista Oeste
Além disso, vários políticos publicaram mensagens de apoio ao ex-presidente. Os mais destacados foram os governadores Jorginho Mello (PL-SC), Romeu Zema (Novo-MG), Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Cláudio Castro (PL-RJ).
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, fez uma convocação durante uma live. O parlamentar disse que haverá uma nova vigília de oração às 19h deste sábado, em frente ao condomínio Solar de Brasília 2, no Jardim Botânico, onde Bolsonaro estava cumprindo prisão domiciliar desde o início de agosto.









































Bozo na cadeia! Tentou fugir
A oeste esta permitindo os robôs do Sidôneo acessarem…..
Se a polícia e as cadeias tivessem essa mesma eficiência com bandidos, o Brasil teria sido exemplo para El Salvador.
M E N T I R A