Ao STF, Mendonça nega dossiê sobre ‘antifas’

Além disso, o ministro da Justiça pediu o arquivamento da ação no Supremo
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Ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça | Foto:Isaac Amorim/MJSP
Ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça | Foto:Isaac Amorim/MJSP

Além disso, o ministro da Justiça pediu o arquivamento da ação do STF que investiga o suposto dossiê

dossiê
Ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça | Foto:Isaac Amorim/MJSP
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O ministro da Justiça, André Mendonça, negou que o governo tenha produzido dossiê contra cidadãos. A manifestação foi enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira, 6.

A ministra Cármen Lúcia tinha dado 48h para que Mendonça se manifestasse sobre uma suposta investigação sigilosa da pasta sobre um grupo de servidores federais e estaduais que seriam identificados com o movimento antifascista. Além disso, o ministro da Justiça pediu o arquivamento da ação.

De acordo com os documentos enviados ao STF,
o ministro informou que vai prestar nesta sexta-feira, 7 esclarecimentos à Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência no Congresso sobre os trabalhos desenvolvidos pela Diretoria de Inteligência da Secretaria de Operações Integradas (Seopi) da pasta.

Na segunda-feira, 3, Mendonça determinou abertura de uma sindicância para apurar os fatos referentes à Seopi do ministério. Na ocasião, o ministro decidiu dispensar Gilson Libório Mendes, chefe da Diretoria de Inteligência.

Leia mais: “Mendonça escolhe delegado da PF para órgão de inteligência”

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4 comentários

  1. Qual o problema do Governo Federal investigar servidores públicos que atuam em grupos que praticam frequentemente atos de vandalismo? Ora, servidores públicos devem ter uma idoneidade moral. Não se pode pensar que um indivíduo que propaga a violência nas ruas em protestos que visam apenas a desestabilizar um governo legítimo eleito pela maioria dos brasileiros, possa exercer as funções públicas sem quaisquer consequencias. Se depreda patrimônio, sobretudo patromÔnio público custeado com recursos do contribuinte brasileiro, por que deveria continunar nos quadros da União? O execrável nessa história toda é esse nauseabundo ativismo judicial dessa Corte que de há muito dá as costas para o povo brasileiro.

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