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Política

Até PT votou a favor da PEC do governo Bolsonaro

Críticos ao atual governo, senadores petistas deram aval para PEC que amplia benefícios sociais

marco temporal
PEC que aumenta benefícios sociais foi aprovada no Congresso Nacional | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Apesar das críticas reiteradas da oposição ao governo de Jair Bolsonaro (PL), principalmente dos integrantes do PT, os representantes da legenda de esquerda votaram a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que amplia programas sociais e cria outros benefícios. A votação ocorreu na noite da quinta-feira 30, no Senado Federal — dia atípico para uma votação no Congresso Nacional. No geral, 72 senadores votaram a favor e um contra (José Serra, do PSDB-SP).

Dos sete senadores da bancada petista, apenas Humberto Costa (PE) não votou em nenhum dos dois turnos. Fabiano Contarato (ES) votou favorável no primeiro turno da votação, mas não registrou voto no turno definitivo.

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Os outros petistas, no entanto, deram aval para a proposta. São eles: Jaques Wagner (BA), Jean Paul Prates (RN), Paulo Paim (RS), Paulo Rocha (PA) e Rogério Carvalho (SE).

Os petistas, inclusive, auxiliaram na articulação para acrescentar taxistas no pacote de benefícios aprovado nesta quinta-feira. O governo vai reservar R$ 2 bilhões para repassar a verba para a categoria arcar com combustíveis.

Na proposta, que agora segue para votação na Câmara dos Deputados, o trecho principal é o aumento do Auxílio Brasil, programa que substituiu o Bolsa Família. O valor atual é de R$ 400 e, com a aprovação da PEC, vai para R$ 600.

Anteriormente, quando o governo conseguiu a aprovação da PEC dos Precatórios, que abriu espaço no Orçamento para ampliar o benefício, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre aumentar o valor do programa para R$ 600, o que Bolsonaro está próximo de conseguir. A proposta ainda vai zerar a fila de famílias que aguardam acesso ao programa social. 

Na tentativa de acalmar os ânimos dos caminhoneiros, que pararam o Brasil em 2018 durante uma das maiores greves registradas, a PEC também prevê pagamento de R$ 1.000 a partir de agosto até o fim do ano para os trabalhadores da categoria. O custo estimado para bancar o benefício inédito é de quase R$ 5,5 bilhões. 

Outro benefício ampliado é o auxílio-gás, que passa de R$ 53 por bimestre para o valor de um botijão por igual período. A média do preço cobrado hoje está acima de R$ 100.

A PEC também prevê repasse de quase R$ 4 bilhões para os Estados que mantiverem o ICMS em 12%, para manter competitividade em relação à gasolina.

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3 comentários
  1. Amaury G Feitosa
    Amaury G Feitosa

    Será que o petralhismo ladrão comunazista conseguiu ver que favorecer em vez de roubar o povo é sadio e justo? que ser honesto vez na vida vale a pena? sinceramente só acredito por que vi … é já que o papa argentino canoniza seus amiguitos.

    1. Osvaldo Aires Bade
      Osvaldo Aires Bade

      Não dá pra saber ainda o que se passa mas nunca será bondade

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