Revista Oeste - Eleições 2022

Augusto Aras e subprocurador partem para a briga depois de bate-boca

Sessão do Conselho Superior do Ministério Público Federal foi interrompida
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O procurador-geral da República, Augusto Aras, e o subprocurador-geral Nívio de Freitas partiram para a briga depois de um bate-boca nesta terça-feira, 24. A sessão do Conselho Superior do Ministério Público Federal foi interrompida.

Tudo começou depois de um desentendimento entre os dois. Freitas fez algumas interpelações e Aras se levantou da bancada em que presidia os trabalhos do grupo, esmurrou a mesa e partiu para cima de Freitas.

Os seguranças que acompanhavam a sessão precisaram conter Augusto Aras, que acusou o conselheiro envolvido no conflito de “não ser digno de respeito”.

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A corregedora-geral, Célia Delgado, levantou de sua cadeira e se colocou entre os colegas para evitar agressão física. Durante os momentos de tensão, ela pediu aos conselheiros que retomassem seus assentos para prosseguimento da sessão. A sessão pública estava sendo transmitida ao vivo na internet.

O bate-boca

No início da sessão, Aras foi interpelado por um pedido de Freitas para que o autorizasse a sustentar o seu ponto de vista sobre o tema em análise. Aras permitiu que o colega fizesse as considerações, mas disse que não poderia “admitir a bagunça” que o subprocurador estaria causando ao interrompê-lo. Freitas também acusou Aras de ter interrompido outro conselheiro e completou: “Então, se Vossa Excelência quer respeito, me respeite também”.

Aras respondeu que o colega “não é digno de respeito”. A partir desse momento, uma discussão intensa começou, até chegar ao ponto de Aras esmurrar a mesa e seguir em direção ao colega em pose de briga.

Leia também: “A voz dos imbecis”, artigo de J.R. Guzzo publicado na Edição 113 da Revista Oeste

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21 comentários Ver comentários

  1. PGR não é Poder Judiciário. É uma espécie de 4º poder, cujos membros pertencem a uma carreira jurídica, por assim dizer. Feita esta ressalva, comento: com raríssimas exceções, a maioria dos membros dessas carreiras jurídicas estão devendo muito aos contribuintes brasileiros. Eu disse muito? Me enganei. Devem muitíssimo.
    Assim, senhores/as, não dá!

  2. Esse Aras!!! É outro do esquema “fogo amigo”! Não faz parte da equipe do Bolsonaro. E devia ser o guardião maior da figura do presidente!

  3. Quem é o colega Joaquim? O Quincas é que foi o pivô do barraco todo e o velhinho provocador saiu cadeira rapidão no ato que o bahiano Aras esmurrou a mesa e partiu prá cima. Quiquiéisso minhas senhoras e senhores!… Ajam com urbanidade, por favor, mantenham a compostura, suas “incelenças”.

  4. A moçada do Poder Judiciário se mostra muito unida somente para a defesa de imorais privilégios. Depois, partem para o barraco ( Querendo ainda mais) Só isso!

  5. É a degradação da justiça se alastrando. Previsível, mas sanável. Antes que na próxima vez algum colega coloque a mão aberta entre os oponentes e diga: ‘Quem for homem cuspa aqui primeiro’!

  6. Bom , no meu entendimento Procurador é superior ao Sub-procurador. Mas num Brail que tem uma composição do STF que temos, vale tudo, depende de quem parte.

  7. Esse barraco é um bom exemplo do se transformou o MP do Brasil. Um bando de inúteis praticando arruaças por causa de vaidades idiotas. Enquanto isso os processos dormem nas gavetas.

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