O escândalo que levou à liquidação do Banco Master, em novembro, passou a gerar repercussões que vão além do sistema financeiro e chegaram ao centro do Judiciário. Depois da prisão do controlador Daniel Vorcaro por 12 dias, empresários de peso passaram a expressar preocupação com os impactos do caso sobre a imagem do Supremo Tribunal Federal (STF) e a confiança institucional no país.
O clima de inquietação se intensificou quando vieram a público informações sobre um contrato de R$ 129 milhões firmado entre o banco e o escritório de advocacia da mulher do ministro Alexandre de Moraes. Em seguida, surgiram relatos de que o magistrado teria mantido interlocução com o Banco Central a respeito de interesses do Banco Master — versão negada pelo ministro do STF.
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Conduta de ministros no centro do debate
Outros episódios ampliaram o mal-estar no meio empresarial, entre eles a atuação do ministro Dias Toffoli, que viajou em avião particular para acompanhar uma partida do Palmeiras no Peru ao lado do advogado de um diretor do Banco Master e, posteriormente, decretou sigilo sobre o caso.
Entre empresários, cresce a avaliação de que comportamentos desse tipo fragilizam a credibilidade do STF e reforçam a percepção de insegurança jurídica — fator visto como um dos principais entraves à atração de investimentos.
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Esse ambiente levou à elaboração de um manifesto, obtido pelo jornal Folha de S.Paulo, que defende a criação de um código de conduta para os ministros da Suprema Corte.
O documento é assinado por nomes como Armínio Fraga (Gávea Investimentos), Eugênio e Salim Mattar (Localiza), Antonio Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Luiz Passos (Natura), Jayme Garfinkel (Porto Seguro), José Olympio Pereira (Safra), Marco Stefanini (Stefanini) e Pedro Wongtschowski (Ultra), entre outros.
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A Folha de S.Paulo, o ex-presidente do Santander e da Febraban, Fabio Barbosa, afirmou que o problema vai além de regras formais. “Não é só sobre o código de ética, é importante que haja transparência quanto às atitudes dos ministros, para que o STF resgate o respeito e a credibilidade, que vem perdendo, no sociedade”, declarou à Folha de S.Paulo.
Atuação do BC sobre o Banco Master
A atuação do Banco Central (BC) também entrou no debate. Para Ricardo Lacerda, fundador do BR Partners, “o Banco Central é um órgão técnico, de reconhecida competência, que ao longo de décadas tem resistido bravamente a tentativas de influência indevida”.
Segundo ele, causa perplexidade que “o órgão guardião da Constituição brasileira esteja criando constrangimentos a burocratas que nada mais fazem do que exercer suas atribuições técnicas”.
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O desconforto aumentou depois que Toffoli marcou, para 30 de dezembro, uma acareação entre Daniel Vorcaro, Paulo Henrique Costa (ex-presidente do BRB) e Ailton de Aquino (diretor do Banco Central), mesmo durante o recesso do Judiciário e sem pedido dos investigadores, o que gerou reação interna no BC.
Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor do Banco Central, avaliou que a sociedade começa a reagir: “Acho que finalmente a sociedade civil está se mexendo. Os casos recentes são uma afronta ao cargo que estas pessoas ocupam”.
Pressão por responsabilização e efeitos políticos
O ex-banqueiro e fundador do Partido Novo, João Amoêdo, defendeu o afastamento imediato de Moraes. “O ministro Alexandre de Moraes deveria solicitar imediatamente o afastamento do STF e só retornar se comprovar que não tentou interferir no processo de liquidação do Banco Master”, disse, ao citar o contrato de R$ 129 milhões como fator que inverte o ônus da prova.
Na mesma linha, o empresário Luiz Felipe d’Avila alertou para o impacto institucional. “O grau de insegurança jurídica no Brasil hoje é assustador”, afirmou, ressaltando a imprevisibilidade das decisões judiciais.
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O presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, defendeu questionamentos públicos ao ministro. “É legítimo perguntar se estruturas privadas de advocacia têm sido usadas, direta ou indiretamente, para influenciar decisões públicas ou proteger interesses específicos”, declarou.
Já o empresário Lawrence Pih avaliou que as críticas a Moraes podem ter reflexos políticos em 2026, ao lembrar o papel do ministro na resposta institucional a ameaças à democracia. Segundo ele, antes de conclusões definitivas, é preciso apurar os vínculos de Daniel Vorcaro com diferentes forças políticas.





































Isso é um espantalho retórico para fugir do ponto nevralgico. A lei da magistratura ja estabelece as condutas que podem e as que nao podem e todos os dias os porcos violam-la. O que precisa é cadeia para a máfia togada, do contrário o país ficará no atraso por conta de uma corrupção desenfreada e de empresários que se regam com contratos públicos no compadrio. # fora Moraes
301 neles TRUMP! Usam o stf e stj para prejudicar as empresas dos USA…concorrência desleal via judicial…
TODOS esses empresários que a oeste entrevistaram foram apoiadores da fraude eleitoral…TODOS…e tem mais ainda…principalmente banqueiros….o BOSTIL só aguentou esses 4 anos graças a VELHA Imprensa é a esses desclassificados …
A sala fechada está cheia de gás…que o diretor do BC ascenda o fósforo…e a população fará um NEPAL em meados de 2026…pois a chicotada dos impostos e inflação…vai estalar sem dó.
Tudo empresários FACCIONADOS..todos patrocinadores de fraude eleitoral para se salvarem…mataram TEORI relator da Lava jato…inflexível como o Bozo…fizeram vistas grossas e deixaram esses criminosos de Toga estraçalhar a CF88…que já era uma BO sTA…código de conduta é bomba de fumaça…pois esses canalhices sabem que esse criminoso faccionado xandinho vai entregar TODOS…aquilo que Cunha fez…só resta Achar ou TEORI ….
BOSTIL…um NARCOESTADO TERRORISTa nas mãos desses políticos sírios libaneses…..todos os doloreiros lavadores das corrupção bostileira são dessa etnias….0,6% da população bostileira e dominam todo o espectro político corruptível desse terceiro mundo.
Difícil acreditar um ministro do STF fazendo lobby no Banco Central brasileiro, para que sua mulher ganhasse (e ele próprio) faturassem 129 milhões de reais.Não é ?!!
Deveriam cobrar é a demissão de todos.
Toca esse pito na cadeia ou deixa a zona correr solta em bastil.
Código de conduta é perda de tempo, nada que os ministros façam será capaz de piorar a imagem da corte.
Que CONDUTA? POIS NUNCA AS TIVERA! CONDUTA IGUAL A DO LULADRÃO.
Esses Que tem o título de ministros, estão cagando para empresarios, povo e por ai, perderam total escrupulo e caráter .
Os ministros não respeitam a Constituição , se o fizessem nem precisaria de código de ética.
A responsabilidade de tantos absurdos é do Senado, Moraes já deveria estar fora do STF há muito tempo. Outros como Toffoli e Gilmar seguem o caminho do descaramento igual a Moraes.
Senadores façam o seu papel.
Estes senhores togados agem como cafetões há muito tempo. Apenas exageraram na dose e se aproveitam com a frouxidão do povo e a conivência do sistema que aceitam a conveniência
QUADRILHA COM CÓDIGO DE CONDUTA ?
ESSA É BOA… ENTÃO CHAMA PELO NOME VERDADEIRO….CAMORRA !