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Política

Bolsonaro pode voltar para o hospital em abril

Segundo o médico Brasil Caiado, o ex-presidente deve passar por cirurgia no ombro

O ex-presidente Jair Bolsonaro: escolta da PF para nova cirurgia em Brasília | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Até abril, o ex-presidente deve passar por um período de reabilitação fisioterapêutica e nutricional | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Depois de confirmar a alta hospitalar do ex-presidente Jair Bolsonaro, o médico Brasil Caiado afirmou que o político deve retornar ao DF Star em breve. O motivo seria a necessidade de uma intervenção para tratar de uma lesão no ombro. “A nossa previsão é de que se faça essa cirurgia em quatro semanas, adotando um protocolo de quatro semanas após a alta da pneumonia”, afirma o cardiologista que integra a equipe que acompanha Bolsonaro.

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Até abril, o ex-presidente deve passar por um período de reabilitação. Ele passará por fisioterapia e acompanhamento nutricional para fortalecer a saúde depois da internação. Bolsonaro enfrentou uma broncopneumonia e chegou a ser encaminhado à Unidade de Tratamento Intensivo do hospital. Ao todo, ele passou duas semanas em convalescença.

“A evolução foi o que esperávamos: tranquila e sem intercorrências”, afirmou o médico. “Houve a transição da medicação para via oral para que continue [o tratamento] em casa.” Caiado também afirmou que ocorreu uma melhora no quadro de soluços crônicos enfrentado pelo ex-presidente.

Bolsonaro segue para prisão domiciliar

Com a alta, o ex-presidente foi prontamente encaminhado à sua residência em Brasília. A transferência ocorre depois da autorização de prisão domiciliar por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Mesmo de volta ao lar, Bolsonaro estará sob regras duras. Deverá utilizar tornozeleira eletrônica durante todo o tempo, não poderá utilizar celular nem redes sociais e terá visitas suspensas. Apenas família, advogados e médicos estão autorizados a visitá-lo.

Depois de 90 dias corridos do início da domiciliar, a medida será reavaliada pelo ministro do STF, que deve levar em conta o estado de saúde de Bolsonaro e relatórios produzidos pela Polícia Militar semanalmente. A medida poderá ser revista em caso de descumprimento de quaisquer uma das regras.

Leia também: “Eduardo, sobre Bolsonaro: ‘Continua sendo líder da direita no Brasil'”

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1 comentário
  1. Alice Maria Gaspar Godinho Cruz
    Alice Maria Gaspar Godinho Cruz

    Feliz pela alta hospitalar do Bolsonaro.Ainda triste pelo uso da tornozeleira.

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