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Política

Bolsonaro recebe alta e volta a cumprir pena na sede da PF

Ex-presidente teve pedido de prisão domiciliar negado por Moraes

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta hospitalar no fim da tarde desta quinta-feira, 1º, e retornou à Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão pela suposta tentativa de golpe de Estado. A liberação médica ocorreu depois de nove dias de internação.

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Bolsonaro deixou o Hospital DF Star sob escolta de agentes da PF. Na sequência, foi levado em viatura até a sede regional da PF, a poucos quilômetros do local. Segundo o portal UOL, o ex-presidente apresentou quadro clínico estável no momento da alta.

Durante a internação, Bolsonaro passou por cirurgia de correção de duas hérnias inguinais, procedimento realizado “sem intercorrências”. Além disso, foi submetido a mais três intervenções para tratar crises de soluço, como bloqueios anestésicos do nervo frênico. Exames realizados mostraram a persistência de esofagite e gastrite.

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Moraes nega prisão domiciliar a Bolsonaro

Nesta quarta-feira, 31, a defesa solicitou ao Supremo Tribunal Federal que Bolsonaro cumprisse a pena em regime domiciliar. O pedido foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes nesta quinta-feira. Na decisão, o ministro afirmou que “a defesa não trouxe aos autos fatos supervenientes que pudessem afastar os motivos determinantes da decisão de indeferimento do pedido de prisão domiciliar humanitária”.

Moraes também registrou que as prescrições médicas podem ser cumpridas na Superintendência da PF, onde, segundo a decisão, há “plantão médico 24 horas por dia”, além de acesso a medicamentos, fisioterapeuta e entrega de alimentos preparados por familiares.

Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal | Foto: Reuters/Mateus Bonomi

Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste

3 comentários
  1. Rodrigo
    Rodrigo

    PQP! O pós cirúrgico, por menor e menos invasivas que tenham sido as intervenções, requer cuidados, como a troca diária de curativos, por exemplo. Dietas especiais também, entre outros cuidados. É muito sadismo. A meta não era só tirar o Bolsonaro das eleições de 2026. Além de cruel e humilhante, essa meta é muito além disso, pelo jeito.

  2. Julio José Pinto Eira Velha
    Julio José Pinto Eira Velha

    Estou começando a acreditar em queima de arquivo.

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