Bolsonaro sinaliza veto parcial ao perdão das dívidas das igrejas

O presidente considera que tem na bancada evangélica um importante pilar de sustentação de seu governo
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Trecho que anula multa sobre os salário dos pastores deve ser sancionada | Foto: Isac Nóbrega/PR
Trecho que anula multa sobre os salário dos pastores deve ser sancionada | Foto: Isac Nóbrega/PR | Bolsonaro

O presidente considera que tem na bancada evangélica um importante pilar de sustentação de seu governo

Bolsonaro
Trecho que anula multa sobre os salário dos pastores deve ser sancionada | Foto: Isac Nóbrega/PR
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O presidente Jair Bolsonaro sinalizou para a bancada evangélica que deve vetar parte do projeto de lei que pretende perdoar quase R$ 1 bilhão das multas das igrejas. Conforme Oeste mostrou, o chefe do Executivo esteve reunido com parlamentares para tratar do assunto.

Aos deputados, Bolsonaro afirmou que até concorda com o perdão e tinha vontade de sancionar porque vê nas igrejas um importante papel social. Mas o presidente ponderou que não tem amparo jurídico e corre risco de cometer crime de responsabilidade. O presidente tem até sexta-feira, 11, para sancionar a proposta.

O acordo está sendo costurado para que Bolsonaro vete a parte que livra as igrejas do pagamento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) tanto débitos passados quanto cobranças futuras. Contudo, o presidente sinalizou que pode sancionar o trecho que pede a anulação de multas e outras cobranças aplicadas por irregularidades na prebenda, como é chamada a remuneração dos pastores e líderes do ministério religioso.

A equipe econômica recomendou veto total às medidas, mas vem recebendo pedidos do Palácio do Planalto para desistir da recomendação e admitir ao menos o perdão parcial. O presidente considera que tem na bancada evangélica um importante pilar de sustentação de seu governo.

 

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2 comentários

  1. Engraçado, pensei que o presidente tivesse apoio do povo brasileiro – independente de religião ou credo – sem se preocupar em atender segmentos pouco confiáveis,como é o caso desse “pastores, bispos, missionários” e picaretas que tiram de miseráveis para viver no luxo e riqueza.
    Enfim, embora tenha votado e dentro dos meus limites feito campanha para o presidente, bate uma saudade do programa de campanha esquecido quando outros interesses chegam.
    Aos poucos, a coisa se parece com o governo Collor, de triste memória.
    Espero estar enganado.
    inté!

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