O pedido de exclusão de Jair Bolsonaro (PL) das Forças Armadas ganhou destaque nesta terça-feira, 3, quando o procurador-geral da Justiça Militar, Clauro de Bortolli, enviou ao Superior Tribunal Militar (STM) um relatório detalhado. O chefe do Ministério Público Militar revelou que o ex-presidente violou oito princípios éticos considerados essenciais para os militares, ao planejar um suposto “golpe” e agir de forma negligente diante das normas da caserna.
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Segundo Bortolli, Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército, teria abandonado valores como dedicação e fidelidade à pátria, além de agir em desacordo com a probidade, a lealdade e a disciplina, previstos no artigo 31 do Estatuto dos Militares. “Sem muito esforço, portanto, nota-se o descaso do ora representado Jair Messias Bolsonaro para com os preceitos éticos mais básicos”, declarou Bortolli ao STM.
Detalhes das acusações contra Bolsonaro e uso da patente militar
O documento acrescenta que o ex-presidente tentou driblar o rigor do cumprimento de ordens, principalmente as provenientes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Bortolli ainda destacou que Bolsonaro deixou de preservar o bom nome das Forças Armadas e se afastou, durante parte significativa do seu mandato, da observância à ética militar. Para ele, o uso da patente militar para praticar “atos golpistas” é incontestável.
O procurador-geral reforçou que a gravidade das faltas cometidas por Bolsonaro e outros militares condenados é inquestionável. “São incontroversas, como se verá a seguir, a gravidade dos delitos cometidos e a violação dos preceitos éticos militares que os representados outrora juraram voluntariamente respeitar perante a bandeira do Brasil”, argumentou Bortolli.
Próximos passos e ineditismo da decisão
Agora, caberá ao STM avaliar se Bolsonaro e os demais oficiais punidos pelo STF mantêm a dignidade e a idoneidade necessárias para seguir nas Forças Armadas. O tribunal não vai reexaminar o mérito das condenações, que já não permitem novos recursos. Situações desse tipo, que envolvem crimes contra a democracia, nunca foram julgadas pelo STM, tampouco generais condenados chegaram a ser expulsos das Forças Armadas.
Leia também: “Togas fora da lei”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 245 da Revista Oeste






































Nota-se que esse Procurador Militar é mais um dos cooptados pelo Sistema, e que ele não realizará nenhum trabalho jurídico, e sim, uma acusação eminentemente política.
Mais uma prova do LIXO que se tornaram as nossas Forças Armadas.
Farsas Armadas!!!
Nenhum esquerdista trabalha de graça…
Sigam o dinheiro e vão encontrar o rastro desse canalha
Nojento isso tudo com o Bolsonaro! O nã acreditável o que está acontecendo. Bandidos, seus dias chegarão.
O que esperar de comandos que traíram, nao só a Pátria como os acampados em 8/1 (vamos leva-los à Rodoviária e foram direto para prisao em um. …ginásio).
O que esperar de uma FA com um Comandante em Chefe como o Nove Dedos…..
Esse procurador de m foi nomeado pelo gonet, boneco do moraes. Logo, ele é o boneco do boneco do moraes.