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Política

Boulos processa Nunes por tê-lo chamado de ‘vagabundo’ e ‘sem-vergonha’

O psolista quer que o prefeito de São Paulo se retrate publicamente

A defesa de Guilherme Boulos argumenta que sua ‘vasta trajetória de vida acadêmica e profissional em nada se assemelha aos absurdos xingamentos proferidos pelo réu’ | Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
A defesa de Guilherme Boulos argumenta que sua ‘vasta trajetória de vida acadêmica e profissional em nada se assemelha aos absurdos xingamentos proferidos pelo réu’ | Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Guilherme Boulos (Psol), pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, processou o prefeito Ricardo Nunes (MDB) por tê-lo chamado de “vagabundo” e “sem-vergonha”. O emedebista proferiu essas palavras durante a convenção do Partido Liberal (PL), realizada na última segunda-feira, 22, na capital paulista. 

O psolista quer que Nunes se retrate publicamente. Além disso, pediu para que o chefe do Executivo municipal apresente à população seu Currículo Lattes.

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O documento mostra que Guilherme Boulos tem mestrado em medicina (saúde mental), pela Universidade de São Paulo; especialização em psicologia clínica, pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), além de graduação em filosofia.

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Durante seu discurso na convenção, Ricardo Nunes, sem mencionar nomes, agradeceu pelo apoio do partido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na missão de derrotar o adversário. 

“Quero agradecer a cada um dos senhores por dar esse voto de confiança”, disse Nunes. “Para que a gente possa dar continuidade ao trabalho e vencer esse invasor, esse vagabundo, esse sem-vergonha.”

Defesa de Guilherme Boulos fala sobre sua “vasta trajetória de vida acadêmica e profissional”

A defesa de Boulos ajuizou a ação na noite da quinta-feira 25. Os advogados argumentam que “a vasta trajetória de vida acadêmica e profissional” de Boulos “em nada se assemelha aos absurdos xingamentos proferidos pelo réu”.

Eles ainda afirmam que os insultos visam a “depreciar a imagem do autor como se fosse alguém que não trabalhasse, que vivesse à custa alheia, e não com o fruto de seu próprio trabalho”. 

“Xingamentos que permeiam discursos de ódio e propagam fake news, no intuito de macular a honra e a imagem dos adversários políticos, para se obter indevida vantagem eleitoral, não podem mais ser tolerados pelo Poder Judiciário”, afirmou a defesa de Guilherme Boulos.

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2 comentários
  1. Judson Franchi
    Judson Franchi

    O dodói desse xulé ralé é que faltaram qualificações: serviçal de molusco, baliza de asno encantado.

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