A decisão da Câmara dos Deputados de manter secreta a relação de passageiros do voo da Força Aérea Brasileira (FAB) utilizado por Hugo Motta (Republicanos-PB) para celebrar o Ano-Novo em Angra dos Reis, litoral do Rio de Janeiro, motivou questionamentos sobre transparência.
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O avião, solicitado pela presidência da Câmara, decolou de João Pessoa na manhã do dia 26 e aterrissou no Aeroporto Santos Dumont no início da tarde com 11 pessoas. O grupo, formado por Motta e aliados, permaneceu em uma residência alugada em condomínio de alto padrão no Frade, onde desfrutaram de lazer, incluindo trilha até cachoeira dentro do local.
Justificativa de sigilo na Câmara e repercussão
O jornal O Globo requisitou oficialmente, pela Lei de Acesso à Informação, a relação completa dos passageiros, porém a Câmara justificou o sigilo ao afirmar que razões de segurança institucional “impõem a necessidade de classificação sigilosa das informações”.
Casos semelhantes já haviam ocorrido em dezembro, quando também foi negada a divulgação dos nomes dos ocupantes de um voo da FAB que transportou Motta e o ministro Gilmar Mendes (STF) para um evento jurídico em Buenos Aires, conhecido como “Gilmarpalooza”.
Reação institucional
Depois da recusa, o Tribunal de Contas da União (TCU) iniciou investigação sobre a confidencialidade dos dados. O subprocurador-geral Lucas Furtado formalizou representação que solicita que a Câmara seja obrigada a informar todos os nomes presentes nos voos.
Leia também: “Togas fora da lei”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 245 da Revista Oeste





































Estamos cansados dessa putaria que não tem fim nem limites , no dizer do Prof Marsiglia, um surubão institucional.
Claro, o molequinho de recado, Motta, se borra todo, de medo do titio stf e companhia…