A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, nesta segunda-feira, 8, a suspensão da prisão do presidente da Casa, Rodrigo Bacellar (União Brasil), com 4 votos a favor e 3 contrários.
“Faremos uma deliberação técnica, e não há motivos para que não sejam atos transparentes, para que todos possam acompanhar”, disse Rodrigo Amorim (União Brasil), presidente da comissão, no início da sessão. Logo depois, ele manifestou voto favorável à liberdade do parlamentar.
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Entre os integrantes da comissão responsáveis pela análise estiveram Rodrigo Amorim (União Brasil), Fred Pacheco (PMN), Chico Machado (Solidariedade), Luiz Paulo (PSD), Alexandre Knoploch (PL), Elika Takimoto (PT) e Vinicius Cozzolino (União Brasil).

A decisão agora será submetida ao plenário da Alerj, em votação prevista para as 15h desta segunda-feira, 8, com os 69 deputados integrantes da Casa. Para que Bacellar responda ao processo em liberdade, são necessários pelo menos 36 votos favoráveis.
Bacellar foi preso pela PF por repasse de informações sigilosas
Rodrigo Bacellar foi detido preventivamente pela Polícia Federal na última semana, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A acusação é que Bacellar teria repassado informações sigilosas para beneficiar o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, também preso recentemente.
Segundo investigações da Justiça do Rio de Janeiro, TH Joias estaria envolvido no apoio a organizações criminosas do Estado, viabilizando a comercialização de drogas, fuzis e armamentos antidrones para integrantes do Complexo do Alemão.








































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