Chuvas: Bolsonaro libera R$ 700 milhões para ajudar regiões afetadas

Além desse montante, o governo federal já liberou outros valores para atender os municípios afetados pelos temporais
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Município de Lage, na Bahia | Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Município de Lage, na Bahia | Foto: Fernando Vivas/GOVBA

O presidente Jair Bolsonaro (PL) editou nesta sexta-feira, 31, uma medida provisória (MP) que abre crédito extraordinário de R$ 700 milhões para assistência social à população de áreas afetadas pelos temporais dos últimos dias.

Segundo a Secretaria-Geral da Presidência, “a medida visa ao enfrentamento das consequências das fortes chuvas que acometeram diversas regiões do Brasil, principalmente os Estados da Bahia e de Minas Gerais”.

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Na Bahia, o número de mortos chegou a 25; outras 517 pessoas ficaram feridas e mais de 91 mil estão desabrigadas ou desalojadas. Em Minas, seis pessoas morreram, 2.683 ficaram desabrigadas entre outubro e novembro e outras 11.337, desalojadas.

A MP destina os recursos ao Ministério da Cidadania. Serão R$ 200 milhões para distribuição de alimentos a grupos populacionais tradicionais e específicos; e R$ 500 milhões para a estruturação da rede de serviços do Sistema Único de Assistência Social (Suas).

“Cabe esclarecer que a abertura do crédito extraordinário em questão não afeta o teto de gastos nem o cumprimento da meta de resultado primário”, pontua a Secretaria-Geral da Presidência.

O governo já liberou outros valores devido à tragédia. O mais significativo foi o de R$ 200 milhões para a reconstrução de estradas federais danificadas pelos temporais. R$ 80 milhões foram destinados ao Nordeste, no caso, a Bahia.

No último dia 12, Bolsonaro sobrevoou algumas áreas atingidas, antes de entrar de férias. No momento, ele está em Santa Catarina, onde passará a virada do ano com a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e a filha, Laura, de 11 anos.

O presidente também enviou uma comitiva de ministros para regiões afetadas e vem anunciando as medidas tomadas pelo governo federal através das redes sociais.

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7 comentários Ver comentários

  1. O governador da Bahia teve a cara de pau de pedir dinheiro a população. Quem vai querer dar dinheiro a ladrão que sumiu com 50 milhões em respiradores? Porque a bancada petista da Bahia não doa a parte que lhe cabe do fundo eleitoral para a população atingida? A Bahia vai exterminar no voto esses bandidos em 2022.

  2. Todo governante corrupto adora uma catástrofe, uma calamidade publica…. Dessa forma eles enchem os próprios bolsos com o nosso dinheiro, na Bahia do petralha Ruy costa, será diferente????

    1. O governo federal pode disponibilizar qualquer coisa para este governador da Bahia e ele vai dizer algo contra com apoio dos portais, jornais e canais de TV que são guiados pela esquerda. O ideal é mandar o dinheiro e como esse governo ptosta vai dar um jeito de roubar parte dele, depois a AGU e a Polícia Federal vão prende-los. Acorda Bahia. Chutem estes Petistas pra longe.

  3. Primeiro, quem tem responsabilidade de ajudar quem perdeu tudo é o governo da Bahia. Segundo, parece que Rui Costa rejeitou 80 milhões porque era pouco, aí o governo federal liberou mais 700 milhões e Rui Costa tzmbedisse qud era pouco e rejeitou. Ou seja, Rui Costa prefere os 10 argentinos. Então o governo federal ao invés de gastar 780 milhões pode mandar os 10 argentinos para o Rui Costa.

  4. Em primeiro lugar temos que definir o que é desabrigado e desalojado. Desabrigado é aquele que teve que abandonar sua moradia em virtude de danos graves em sua residência. Desalojado é aquele que teve que abandonar sua moradia em virtude de enchente que fez com que tivesse que abandonar a sua residência por condições de insalubridade. Então, o governo está liberando crédito de R$ 700 milhões para outros problemas e para a reconstrução dessas habitações, onde entra a Caixa nessa história aí? Afinal quantos são os que perderam suas casas? Ou seja, os desabrigados que somam até agora 93.683 imóveis? Quanto vai custar isso daí? Vai dar para ajudar ou não?

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