Conheça Parler, a rede social dos conservadores

Em tempos de lei de 'fake news' no Brasil e acusações de censura no Twitter e Facebook, a Parler promete liberdade de expressão ampla
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Empresa teria agido intencionalmente | Foto: Divulgação/Parler
Empresa teria agido intencionalmente | Foto: Divulgação/Parler | Empresa teria agido intencionalmente | Foto: Divulgação/ParlerER

Em tempos de lei de ‘fake news’ no Brasil e acusações de censura no Twitter e Facebook, a rede social promete liberdade de expressão ampla

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A família Bolsonaro já tem perfil na rede social | Foto: DIVULGAÇÃO/PARLER

Em tempos de lei de fake news no Brasil. E de acusações de censura no Twitter e no Facebook, a rede social Parler (“falar”, em francês) promete liberdade de expressão ampla. Apesar de ainda ter 1,5 milhão de usuários em todo o mundo, a tendência é que esse número aumente. Isso porque adeptos do conservadorismo estão migrando para a plataforma criada, em 2018, pelo programador norte-americano John Mazter.

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A campanha pró-Parler começou no fim do mês passado por apoiadores do presidente Donald Trump. Além disso, o senador republicano do Kentucky Rand Paul impulsionou a coisa, ao avisar aos seus seguidores do Twitter que “já é hora de vocês se juntarem a mim no Parler”. No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro e seus três filhos Carlos, Flávio e Eduardo já aderiram à novidade para montar uma nova base de apoio digital.

De acordo com o fundador da rede social, a existência dela se justifica em razão da falta de transparência de outras plataformas. Ainda, estaria ocorrendo censura ideológica nos serviços das concorrentes. “Leia as notícias, fale livremente”, informa a palavra de ordem da Parler, cujo layout é bem semelhante às redes sociais tradicionais, o que facilita a utilização por parte do usuário que esteja insatisfeito com o mais do mesmo.

Leia também: “A lei da mordaça”, artigo de J.R. Guzzo publicado na edição n° 15 de Oeste

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7 comentários Ver comentários

  1. Muito estranho. Fiz uma pergunta sobre a manchete dessa matéria, que afirmava que o Parler é a rede social “queridinha” dos conservadores e meu comentário foi retirado e a manchete alterada, retirando o termo “queridinha”. Que tipo de revista é essa? Agindo como o Twitter, Facebook, Amazon e Google? Censurando meu comentário? Espero que tenha sido apenas um mal entendido e esse meu novo comentário não seja censurado também. Não esperava isso da Oeste.

  2. Tentei colocar esse aplicativo no celular, mas não consigo utiliza-lo: sempre que tento acessa-lo, mandam código de verificação e após coloca-lo, aparece mensagem de atualização e ele para de funcionar.
    Na realidade, nem sei se estou cadastrado.

  3. E o Facebook há tempos tem mostrado seu pior lado. Derrubando páginas e perfis de direita. Eu tinha um perfil que era só pra sustentar minha página de empresa, e usava ele pra ler a revista oeste ou Antagonista, raramente comentava, até que um dia falei sobre o STF e boom! No outro dia meu perfil havia sido excluído.

  4. A Parler ainda vai crescer muito. O aplicativo será bastante melhorado com o tempo. A criação de novas mídias será crucial daqui para frente, tendo em vista que as atuais estão, por muitas vezes, censurando a liberdade de expressão, principalmente de vozes conservadoras.

  5. É muito grata a chegada de uma rede onde se pode estudar,desenvolver e criar fortemente um raciocínio conservador .
    Toda a formação e troca de idéias vem para fortalecer os debates com o contraditório.

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