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Política

Corpo de 'Sicário' é liberado no IML

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão havia sido detido durante a Operação Compliance Zero e morreu na prisão

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Liberação ocorreu no Instituto Médico-Legal (IML) Dr. André Roquette, em BH | Foto: Reprodução/YouTube

Depois de passar pelos procedimentos periciais, o corpo de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, de 43 anos, chamado de Sicário pelo banqueiro Daniel Vorcaro, foi liberado para os familiares na tarde deste sábado, 7, em Belo Horizonte. A liberação, segundo o g1, ocorreu por volta das 15 horas no Instituto Médico-Legal (IML) Dr. André Roquette, segundo a Polícia Civil de Minas Gerais.

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O corpo havia sido encaminhado ao IML no início da manhã, por volta das 9 horas. Mourão teve a morte confirmada no início da noite de sexta-feira 6. Parentes compareceram ao local ao longo do dia para realizar os trâmites necessários antes da retirada.

Mourão era citado nas investigações pelo apelido de Sicário e havia sido preso durante a Operação Compliance Zero, que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master. Vorcaro também foi detido na mesma ação policial e é apontado pelos investigadores como líder da organização criminosa.

De acordo com as apurações, Mourão exercia tarefas consideradas estratégicas dentro da estrutura investigada. Entre elas estariam o acompanhamento de pessoas consideradas alvo do grupo, a obtenção irregular de dados em sistemas restritos e práticas de intimidação física e psicológica.

Antecedentes de Sicário

Segundo a Polícia Federal (PF), ele atentou contra a própria vida enquanto estava sob custódia da corporação na Superintendência Regional da instituição em Minas Gerais, na quarta-feira 4. A defesa informou que o falecimento foi oficialmente confirmado na sexta-feira, às 18h55, depois da conclusão do protocolo médico que constatou morte encefálica. O procedimento havia sido iniciado no mesmo dia, por volta das 10h15.

Leia mais: “Gonet utiliza morte de ‘Sicário’ para justificar sua decisão”

Registros policiais indicam que Mourão possuía antecedentes por estelionato, receptação e associação criminosa, além de ocorrências envolvendo furto qualificado, ameaça e infrações de trânsito. Também há termos circunstanciados por dirigir sem habilitação, receptação e uso de documento falso.

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