O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que a atuação de facções criminosas durante as eleições está entre as principais preocupações das autoridades neste ano. A declaração foi dada durante entrevista ao EsferaCast, videocast do grupo Esfera Brasil.
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Segundo o chefe do Ministério Público Eleitoral, a instituição priorizará o combate à interferência desses grupos no processo eleitoral. O foco institucional, de acordo com ele, será monitorar o abuso de poder político e econômico.
As declarações de Gonet sobre áreas dominadas pelo crime
Durante a entrevista, o procurador mencionou o controle territorial exercido pelo crime organizado como um entrave político. Ele citou as situações em que facções proíbem a entrada de candidatos em determinados locais públicos para fazer campanha.
“O Estado brasileiro não pode conviver com Estados paralelos, montados e dirigidos por organizações criminosas”, declarou Gonet. “E deve assegurar que os mecanismos democráticos sejam efetivamente utilizados e desempenhados sem a intromissão do fator criminoso.”
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Para o procurador-geral, o Estado tem o dever de agir para impedir que essas organizações criem empecilhos ao funcionamento das instituições durante o período eleitoral.
O foco no combate às ‘deepfakes’
Além da menção às facções criminosas, a Procuradoria-Geral da República também voltará suas atenções para o uso da Inteligência Artificial nas propagandas políticas. Recentemente, o Tribunal Superior Eleitoral mirou o tema ao editar novas resoluções e avançar na regulamentação.
Gonet afirmou que o órgão tratará as denúncias de uso indevido da tecnologia de maneira individualizada, mas sob parâmetros pré-estabelecidos pelas autoridades.
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“Será caso a caso. Teremos de ter alguns parâmetros abstratos e seguir confrontando os casos com esses parâmetros”, afirmou o procurador. “É claro que, quando houver indício de deepfake, teremos de atuar de modo imediato.”
ESSA BESTA VIVE DENTRO DE UM ESTADO PARALELO…
E o voto não auditado , preocupa?
O que não podemos conviver é com um safado desse na PGR.
A organização criminosa que mais ameaça burlar a vontade popular expressa nas urnas se chama PT/ STF, fica de olho neles!