Criciúma (SC) decreta lockdown voluntário, mas sem remuneração para servidores

Funcionários estão autorizados a se afastar das atividades, mas terão de abrir mão do salário
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O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, não é adepto das medidas de isolamento
O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, não é adepto das medidas de isolamento | Foto: Reprodução/Mídias Sociais

Os servidores da prefeitura de Criciúma (SC) poderão cumprir lockdown e afastar-se das atividades profissionais, mas, para isso, terão de abrir mão do salário. O anúncio foi feito na quarta-feira 17 pelo prefeito Clésio Salvaro (PSDB). “Estou assinando o decreto de lockdown na prefeitura de Criciúma — lembrando só um detalhe: lockdown sem remuneração”, explicou. “Não quer vir trabalhar? Não tem problema. Quer se cuidar? Ótimo! Pode ficar em casa, mas não receberá salário”, afirmou. Salvaro criticou, ainda, as pressões exercidas por políticos e jornalistas que cobram da prefeitura medidas restritivas severas, sob a justificativa de conter o avanço da covid-19. “É muito fácil pedir lockdown com a geladeira cheia e o salário garantido”, rebateu.

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