A defesa do pastor Silas Malafaia divulgou nota nesta sexta-feira, 22, alegando que está sendo cerceada no processo e que não teve acesso integral aos autos da Polícia Federal (PF). O líder religioso foi incluído no inquérito que investiga a atuação do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) contra autoridades brasileiras nos Estados Unidos.
Na última quarta-feira, 20, a PF apreendeu o passaporte e celulares de Malafaia no momento em que ele desembarcava de uma viagem a Portugal. A decisão partiu do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Ação arbitrária, diz defesa
No comunicado, os advogados do pastor classificaram as medidas como “desproporcionais, injustificadas e abusivas”, afirmando que ele foi alvo de uma ação arbitrária. A defesa também contestou trechos de mensagens de WhatsApp trocadas entre Malafaia e Eduardo Bolsonaro, incluídas em relatório da PF. Segundo os advogados, o material foi retirado de contexto e “não revela qualquer conduta irregular”. Veja abaixo a nota:
“Transformar opiniões legítimas em suspeitas de crime, isto sim, é atentado contra a democracia e a liberdade religiosa. Opinião não é crime, e cobrar governantes faz parte da vida democrática”, destaca a nota.
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