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Demitida por suspeita de propina é recontratada por Doria

Amiga de Bia Doria foi demitida pelo então prefeito de São Paulo em 2018, mas chegou a receber salário de R$ 12,8 mil para trabalhar na Casa Civil recentemente.
Denise Abreu e João Doria: demitida por suspeita de propina na época da prefeitura, foi recontratada na gestão de governador | Foto: Reprodução
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Amiga de Bia Doria foi demitida pelo então prefeito de São Paulo em 2018, mas chegou a receber salário de R$ 12,8 mil para trabalhar na Casa Civil recentemente

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Denise Abreu e João Doria: demitida por suspeita de propina na época da prefeitura, foi recontratada na gestão de governador | Foto: Reprodução

Em 2018, Denise Abreu foi demitida pelo então prefeito de São Paulo, João Doria, após suspeita de ter recebido propina em um dos maiores escândalos de sua passagem pela gestão municipal.

Dois anos depois, em março deste ano, foi recontratada pelo agora governador do Estado, primeiro para atuar como assessora da Secretaria de Governo e depois, para trabalhar na Casa Civil.

Em 26 de junho, Denise recebeu a nomeação para presidir o Conselho do Fundo Social de São Paulo, órgão que fica sob o comando da primeira dama Bia Doria, de quem ela é amiga pessoal. Duas semanas depois, foi destituída da presidência e também do Conselho.

Histórico do caso

Em 2018, Denise Abreu, então diretora do Departamento de Iluminação de São Paulo, foi gravada por outra funcionária em uma conversa na qual indicava que uma empresa responsável pela iluminação em São Paulo, a FM Rodrigues, pagava propina para ela. A FM Rodrigues ganhou em consórcio a maior PPP (Parceria Público Privada) do mundo, no valor de R$ 7 bilhões, para cuidar da iluminação de São Paulo.

O Ministério Público paulista chegou a investigar o caso, mas o arquivou por falta de provas.

Denise também foi processada por imprudência quando foi diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Ela era uma das responsáveis por comandar o aeroporto de Congonhas na época do acidente com o avião da TAM que deixou 199 mortos em 2007. Acabou absolvida.

Com informações do jornal  Folha de S. Paulo

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