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Política

Deputado Amauri Ribeiro tem celular apreendido em operação da PF

Filiado ao União Brasil, ele cumpre mandato como parlamentar estadual em Goiás

deputado amauri ribeiro - operação da pf
O deputado estadual Amauri Ribeiro (União Brasil), de Goiás | Foto: Reprodução/Instagram

O deputado estadual Amauri Ribeiro (União Brasil-GO) foi o alvo da vez da Operação Lesa Pátria, da Polícia Federal (PF). Na manhã desta terça-feira, 29, agentes foram às ruas para cumprir dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao parlamentar.

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A ação, que representa a 15ª fase da Lesa Pátria, cumpre mandados em Goiânia e em Piracanjuba, base eleitoral de Ribeiro. Segundo o site g1, a defesa do deputado estadual informou que um aparelho celular foi apreendido em meio à operação.

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Ao divulgar a deflagração da ação contra o parlamentar, a PF avisou que ele é suspeito de ter envolvimento em ao menos sete diferentes crimes ligados às manifestações do 8 de janeiro. Na ocasião, houve a invasão dos três prédios públicos da Praça dos Três Poderes, em Brasília: Palácio do Planalto, Congresso Nacional e sede do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com a PF, Amauri Ribeiro é suspeito de:

  • abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
  • golpe de Estado;
  • dano qualificado;
  • associação criminosa;
  • incitação ao crime;
  • destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido; e
  • crimes da lei de terrorismo.

Alvo da PF, Amauri Ribeiro afirmou que financiou acampamentos

amauri ribeiro - pf - alego
O deputado estadual Amauri Ribeiro, do União Brasil de Goiás | Foto: Denise Xavier/Alego

Mais novo alvo de operação da PF, o deputado Amauri Ribeiro afirmou, em junho, que teria ajudado a financiar acampamentos que foram montados em frente a quartéis-generais do Exército depois da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência da República.

“Ajudei a bancar quem estava lá”, disse Ribeiro, durante sessão da Assembleia Legislativa de Goiás. “Mande me prender. Eu sou um bandido, eu sou um terrorista, sou um canalha na visão de vocês.”

Posteriormente, o deputado afirmou que a sua fala foi retirada de contexto. Assim, chegou a ingressar com ação no STF. Ao ministro Alexandre de Moraes, que é o relator dos inquéritos voltados ao 8 de janeiro, o parlamentar goiano pediu para não ser preso.

Leia também: “O mosaico do 8 de janeiro”, reportagem de Silvio Navarro e Rute Moraes publicada na Edição 179 da Revista Oeste

E mais: “A PF da Lava Jato e a PF do Dino”

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2 comentários
  1. Christian
    Christian

    Este é um dos deputados Estaduais que mais admiro.
    Tudo que presta, o Cabeça de Ovo manda prender…
    Cáspite.

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