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Política

Diretor do Banco Central comenta alcance da Magnitsky

Funcionário da instituição afirmou ao jornal O Globo que a decisão pode impactar diretamente a estabilidade do sistema financeiro

Sanções com base na Lei Magnitsky atingiram o ministro Alexandre de Moraes, do STF | Foto: Jose Cruz/Agência Brasil
Sanções com base na Lei Magnitsky atingiram o ministro Alexandre de Moraes, do STF | Foto: Jose Cruz/Agência Brasil

As implicações da Lei Magnitsky para o sistema financeiro brasileiro envolvem escolhas complexas para os bancos, destacou um diretor do Banco Central, que não quis se identificar, ao jornal O Globo.

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Embora a legislação dos Estados Unidos se aplique em território norte-americano e a brasileira no Brasil, o funcionário do banco ressaltou que a economia funciona de maneira globalizada, o que cria desafios para instituições financeiras que atuam internacionalmente.

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Segundo o diretor, caso a versão mais rigorosa da Lei Magnitsky estivesse em vigor atualmente, os bancos precisariam optar entre manter clientes de alto perfil, como um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ou, talvez, preservar o acesso a operações essenciais, como a cotação do dólar e transações de câmbio. Ele explicou que sem essas operações, a sobrevivência dos bancos estaria ameaçada.

Os riscos da Lei Magnitsky

O diretor afirmou que a decisão pode impactar diretamente a estabilidade do sistema financeiro como um todo. “São três níveis da Lei Magnitsky”, explicou ao jornal O Globo. “O ministro está no mais brando.”

Em meio às sanções contra autoridades brasileiras, ministros do STF buscaram esclarecimentos com banqueiros sobre os possíveis desdobramentos da Lei Magnitsky.

O encontro, que reuniu os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, ocorreu diante das incertezas sobre o alcance das medidas e os reflexos no sistema financeiro nacional.

Luiz Fux e Alexandre de Moraes, ministros do STF, durante sessão de encerramento do ano Judiciário | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Luiz Fux e Alexandre de Moraes, ministros do STF, durante sessão de encerramento do ano Judiciário | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Entre os participantes, estavam André Esteves, do BTG, e Alessandro Tomao, do Santander. Rodrigo Maia, ex-presidente da Câmara dos Deputados e atual dirigente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras, também esteve presente. O ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, também acompanhou as discussões.

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8 comentários
  1. Rubens Mário Mazzini Rodrigues
    Rubens Mário Mazzini Rodrigues

    De onde esse cara tirou essa bobagem de “três níveis”? Não existe isso a Magnitsky sempre é empregada integralmente, não existe meio termo.

  2. Helder Rodrigues de Oliveira
    Helder Rodrigues de Oliveira

    O ministro está no mais brando? Por isso continua fazendo o que anda fazendo – IMPONDO A SUA LEI PESSOAL – a DITADURA NO PAÍS, destruindo todos os opositores ou críticos. LAMENTÁVEL.

  3. Plínio de Assis Tavares Junior
    Plínio de Assis Tavares Junior

    Os banqueiros deveria logo congelar as contas do Ovo,antes que seja tarde para arrastar os 213 milhões para o precipício.

  4. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Bando de frouxos , tomara que trump ferre logo um banco para eles cair a real

  5. Isaac Pinto Averbuch
    Isaac Pinto Averbuch

    Não existe “versão mais rigorosa” da Lei Magnitsky. O que existe é medo dos bancos de dizer a Alexandre de Morais “senhor, sua conta vai ser encerrada hoje”. Ninguém quer ser o primeiro a dizer isso.

  6. Amaury G Feitosa
    Amaury G Feitosa

    Eis porque os estragos impactarão politicamente o país haverão prejuízos a todos sem piedade MAS o ridículo ditador fanfarrão senil e psicopata em sua insana vingança se lixa em destruir a nação que he deu (ou nos tomou) tudo … aguardem as urnas canalhas !!!

  7. Mário Abranches da Silva
    Mário Abranches da Silva

    Empurra o cepo, que pegue a todos os escravistas e ditadores do nosso povo brasileiro, sem dó e piedade,

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