Eficácia das vacinas contra a covid-19 não é comprovada, diz Fiuza

Segundo o colunista de Oeste, os dados sobre os efeitos adversos dos imunizantes não são divulgados para o público
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Guilherme Fiuza participou de <i>Os Pingos nos Is</i>
Guilherme Fiuza participou de Os Pingos nos Is | Foto: Reprodução/YouTube

A eficácia das vacinas contra a covid-19 não é verificada na realidade, afirmou o jornalista Guilherme Fiuza nesta terça-feira, 4, durante o programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan. “Basta observar um país como Israel, que está na quarta dose da vacina”, disse. “O problema da pandemia não foi resolvido. Pelo contrário, quando Israel atingiu 80% da população vacinada, houve novos surtos de covid-19, com aumento de internações.”

Segundo Fiuza, esses fatos contrariam a tese da eficácia dos imunizantes contra a doença causada pelo novo coronavírus. “O discurso não era de que as vacinas preveniriam casos graves e diminuiriam a carga viral? Por que razão as pessoas estão hospitalizadas?”, perguntou o colunista de Oeste. “São incongruências obvias, que não gostaríamos de encontrar, mas estamos encontrando.”

O jornalista ressaltou ainda que os dados sobre os efeitos adversos das vacinas não são divulgados para o público. “Os mesmos canais, que estão sempre inocentando e avalizando os imunizantes, dizem que essas vacinas não são experimentais, mas seus estudos não estão concluídos”, observou. “Vacinas sem estudos concluídos, com produção rápida, sem paralelo na história.”

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O “passaporte” saiu do armário

Em artigo publicado na Edição 90 da Revista Oeste, Fiuza escreve sobre o passaporte sanitário. De acordo com o colunista, os políticos saíram do armário e passaram a defender medidas autoritárias — tudo isso, claro, para salvar a humanidade do novo coronavírus.

“Um dos momentos emblemáticos dessa libertação foi protagonizado pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes — sem dúvida, um dos personagens mais abnegados desse sacrificante período em que ainda era necessário cultivar a mentira dia a dia, inventando decisões mirabolantes de comitês científicos imaginários”, afirmou. “Mostrando toda a sua lealdade, Eduardo jamais deixou a mentira à míngua — e agora colhe os frutos da sua bravura, brincando de passaporte vacinal como lhe dá na telha, sem dever satisfações a ninguém.”

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