Juiz derruba pesquisa eleitoral sobre disputa no Paraná

Sergio Moro liderava a disputa, seguido do deputado federal Paulo Eduardo Martins e, em terceiro lugar, o senador Álvaro Dias

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Magistrado argumentou que conteúdo é sabidamente inverídico e desinformativo
Magistrado argumentou que conteúdo é sabidamente inverídico e desinformativo | Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE

O juiz substituto Roberto Aurichio Junior, do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE/PR), derrubou uma pesquisa eleitoral sobre a disputa para candidatos ao Senado no Paraná, informou o jornal Bem Parná. Conforme o estudo, o ex-ministro Sergio Moro (União Brasil) lidera as intenções de voto. Na sequência, vem o deputado Paulo Martins (PL), com 27,9%, superando o senador Álvaro Dias (Podemos).

Segundo o magistrado, “o conteúdo é sabidamente inverídico e desinformativo, já que inexiste qualquer pesquisa registrada e válida que aponte para o resultado divulgado, assim é de rigor a tutela jurisdicional para remoção dos conteúdos inquinados”. O levantamento foi feito e divulgado nas redes sociais da página Diário do Paraná e mostrava registro na Justiça Eleitoral de São Paulo.

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A liminar estabelece que os provedores informem a identidade dos responsáveis pelas páginas para que “possam ser responsabilizados”. A multa para quem divulga pesquisa supostamente sem registro pode passar R$ 100 mil.

Em agosto, uma pesquisa eleitoral do Datafolha fora alvo da Justiça. Um juiz da Bahia proibiu apenas a divulgação de dados sobre o cargo de presidente da República da pesquisa do instituto, sob pena de pagamento de multa diária de R$ 20 mil, em caso de descumprimento. Manteve-se a divulgação de dados para governador e senador.

Na ação movida contra o Datafolha, o PT argumentou que o levantamento está “eivado de inconsistências” e alegou que houve “indução ao erro” nas questões dirigidas aos eleitores, que poderiam levá-los a equívocos.

Leia também: “As pesquisas naufragam nas ruas”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 129 da Revista Oeste

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7 comentários Ver comentários

  1. Carta de Luladrão à Revista Oeste:

    A todof of vornaliftaf da Revifta Oefte: eu goftaria de divêr que eu nun têiu língua prêva, que iffo é túdu mintira. Goftaria também de divêr que eu fô inofênti, não robêi a Petrobráif, nem a Eletrobráif, nem o BNDEF, nem o fítio de Atibaia, nem o tripéks do Guarujá, nem o apatamêntu de Fão Benádo, nem o Inftituto Lula, nem a conta na Fuífa (na Zoropa). Iffo túdu é facanávi duf meuf amígu currúptu, eu num fabía de nada diffo. É facanávi também do Férfio Môru, aqueli fuíf fiadaputa de Curitiba, onde fiquei doif ânuf prêvo naquêli frio abfurdo abafo di féro. Agora que o Effeteéfi (STF) mi foltô, eu fou inofênti e nun dêvo maif nada, péffo os vótuf di tôdof of leitôref da Revifta Oefte. Maf fi não quifé votá nimim, então fai tomá nukú tudumundu, feuf fafifta du caraio. Pusquê eu nuquéru fóto de niguêim, eu quero é diêro dufêif, bando de trôfa. Bêjo no coraffaum dufêif, e fai Curíntia !!!

  2. LULA LADRÃO VAGABUNDO CORRUPTO SAFADO
    JUNTAMENTE COM O GOVERNADOR DA BAHIA
    E TODO TJBA NA OPERAÇÃO FAROESTE QUE PRENDEU TODOS OS DESEMBARGADORES DO TJBA
    BANDO DE LAAAAADDDRRRAAAOO!!

  3. Eu acho bárbaro (e agora no sentido original da palavra que era: quem não é de nossa cultura romana, é bárbaro) que qualquer coisa que não pertença à cultura esquerdista. É assim que funciona nosso judiciário. Claro, vindo de cima dá a qualquer juiz o direito de agir como tal.

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