Os líderes de direita que declaram apoio a Bolsonaro

Trump e Milei engrossam a lista de representantes conservadores
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O presidente Jair Bolsonaro, depois de votar, no Rio - 02/10/2022 | Foto: Pedro Kirilos/Estadão Conteúdo
O presidente Jair Bolsonaro, depois de votar, no Rio - 02/10/2022 | Foto: Pedro Kirilos/Estadão Conteúdo

Além do apoio de seus eleitores, o presidente Jair Bolsonaro chega às urnas neste domingo, 2, com o respaldo de lideranças de direita ao redor do mundo.

A primeira delas é o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump. “Bolsonaro fez um trabalho absolutamente incrível na economia de vocês”, disse o republicano, em um vídeo divulgado nas redes sociais. “Ele é respeitado por todos ao redor do mundo, de modo que eu apoio fortemente o presidente Bolsonaro. Graças a ele, seu país é respeitado em todo o mundo.”

Donald Trump Júnior seguiu o pai e manifestou-se a favor de Bolsonaro, a quem referiu-se como “amigo dos Estados Unidos e a única pessoa que pode parar a disseminação do socialismo e do comunismo na América do Sul.

Também o representante da direita argentina, o deputado Javier Milei, fez votos por Bolsonaro. “O Brasil pôs em jogo a sua liberdade”, declarou Milei, em um vídeo. “Por isso, apoio fortemente Bolsonaro contra a esquerda radical.”

O deputado português André Ventura, líder do partido conservador Chega, engrossou o coro pró-Bolsonaro. “Aqui em Portugal nós não temos dúvida”, disse. “O regresso de Lula é uma tragédia para os brasileiros, é uma tragédia para América Latina e é uma tragédia para o mundo que fala português.”

Ainda na lista de líderes de direita, o chefe do Executivo recebeu apoio do chileno José Antonio Kast. “Neste domingo, o Brasil joga pela liberdade”, observou. “Tem sido anos de maior progresso e segurança. Desejamos todo o êxito para o presidente Jair Bolsonaro para que derrote mais uma vez a esquerda radical.”

Santiago Abascal, deputado espanhol e líder do direitista Vox, afirmou em vídeo que Bolsonaro “é a alternativa dos patriotas, dos que querem nações prósperas, livres e soberanas frente ao comunismo e frente ao globalismo.”

“Tenho servido meu país na Europa por mais de 30 anos, já encontrei muitos líderes, mas poucos tão excepcionais quanto o presidente”, declarou o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes antiglobalismo do mundo, ao mencionar as políticas econômicas assertivas do governo brasileiro e a queda da criminalidade. “É um presidente que, apesar do globalismo progressista liberal, foi corajoso para colocar o Brasil em primeiro.”

Leia também: “O Brasil de Bolsonaro foi à rua”, artigo de J.R. Guzzo publicado na Edição 129 da Revista Oeste

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