Eleições dos EUA: Procurador autoriza investigação de fraude

O presidente Donald Trump garante que houve irregularidades no pleito; Biden nega
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O presidente Donald Trump garante que houve irregularidades no pleito; Biden nega

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O procurador-geral dos Estados Unidos, William Barr | Foto: Reprodução/YouTube

O procurador-geral dos Estados Unidos, William Barr, autorizou que procuradores federais busquem “alegações substanciais” de irregularidades na eleição presidencial norte-americana. O candidato democrata Joe Biden foi considerado pela grande mídia o vencedor do pleito, porém, o presidente Donald Trump garante que houve fraude. Em 14 de dezembro, os delegados do Colégio Eleitoral vão se reunir para o veredito final. Segundo o republicano, em alguns Estados, integrantes de sua equipe não conseguiram acompanhar de perto o processo de contagem mas sim à distância, mortos “votaram” e cédulas falsificadas foram validadas.

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Em um memorando aos procuradores dos Estados Unidos, obtido pela agência de notícias Associated Press, Barr escreveu que as investigações “podem ser conduzidas se houver alegações claras e aparentemente críveis de irregularidades que, se verdadeiras, poderiam impactar o resultado de uma eleição federal em um Estado individual”. Conforme noticiou Oeste, na Pensilvânia, 21 mil pessoas falecidas constam no cadastro eleitoral daquele Estado. O memorando também informa que quaisquer alegações que “claramente não afetariam o resultado de uma eleição federal” deveriam ser adiadas até depois que essas eleições fossem certificadas.

“Embora seja imperativo que alegações confiáveis sejam tratadas de maneira oportuna e eficaz, é igualmente imperativo que o pessoal do Departamento exerça a cautela apropriada e mantenha o compromisso absoluto do Departamento com a justiça, a neutralidade e o não partidarismo”, escreveu Barr. O advogado de campanha de Joe Biden, Bob Bauer, reagiu em um comunicado ao declarar “profundamente lamentável que o procurador-geral Barr tenha optado por emitir um memorando que apenas alimentará as ‘alegações ilusórias, especulativas, fantasiosas ou rebuscadas’ contra as quais ele professa proteger”.

Leia também: “Avanço para o passado”, artigo de J.R. Guzzo publicado na edição n° 33 da Revista Oeste

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7 comentários Ver comentários

  1. Terá como apontar ao menos os chefes dessa organização criminosa e iniciar um processo na justiça a fim de colocá-los na cadeia? Esse tipo de crime pode até afetar a segurança do país e na melhor das hipóteses a sua credibilidade.

  2. O Biden e seu advogado deveria apoiar essas investigações, para não restar dúvida sobre sua preferência pelo eleitorado. Quem não deve, não tem o direito de temer.

  3. Temos o maior exemplo do que seja a Democracia mais vibrante do mundo! Não é à toa que os EUA, com toda a corrupção inerente à vida humana, se tornaram o País mais forte e invejado por todos medíocres cidadãos e chefes ditadores de outros Estados.
    Parabéns norte- americanos, seja lá qual para qual lado for o resultado, que seja o honesto!

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