Em reunião com Maia e Alcolumbre, Barroso defende adiamento de eleições

Presidente do Tribunal Superior Eleitoral alega que adiamento de eleições depende da anuência do Congresso
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O ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral Luís Roberto Barroso | Foto: Carlos Moura - TSE
O ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral Luís Roberto Barroso | Foto: Carlos Moura - TSE

Presidente do Tribunal Superior Eleitoral alega que adiamento de eleições depende da anuência do Congresso

Adiamento de eleições
O ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral Luís Roberto Barroso | Foto: Carlos Moura – TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, defendeu nesta segunda-feira, 8, o adiamento das eleições municipais de 2020 para o final de novembro ou início de dezembro. Entretanto, o ministro alegou que essa decisão depende exclusivamente do Congresso Nacional.

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Congresso: Maia sinaliza que eleições municipais podem ser adiadas para novembro

A afirmação foi dada durante reunião realizada na sede do TSE da qual também participaram o vice-presidente da Corte, ministro Luiz Edson Fachin, e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). O encontro teve o objetivo de discutir a realização do pleito em à pandemia do coronavírus.

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Barroso relatou aos líderes que conversou nas últimas duas semanas com oito especialistas (epidemiologistas, infectologistas, sanitarista, físico especializado em estatística de pandemia e biólogo). Ele afirmou que há um consenso médico sobre a necessidade do adiamento por algumas semanas – primeiro turno entre a segunda quinzena de novembro e o começo de dezembro. Barroso deixou claro, porém, que a definição da data é uma “decisão política”.

“Todos os especialistas têm posição de consenso de que vale a pena adiar por algumas semanas, mas não deixar para ano que vem (2021) porque não muda muito do ponto de vista sanitário. Eles acham que agosto, setembro, a curva pode ser descendente. Endossaríamos, portanto, a ideia de adiar por algumas semanas”, disse Barroso aos parlamentares.

 

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