Empresas cobram plano de retomada das atividades em Belo Horizonte

Empresários vão protestar contra a falta de um protocolo para a capital mineira, chefiada pelo prefeito Alexandre Kalil (PSD). Movimento é capitaneado pelo presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci
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Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Empresários vão protestar contra a falta de um plano de retomada para a capital mineira, chefiada pelo prefeito Alexandre Kalil (PSD). Movimento por um plano de retomada é capitaneado pelo presidente da Abrasel, Paulo Solmucci

Presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, cobra um plano viável. “Não estamos propondo reabrir hoje ou amanhã”, justifica | Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

A vida volta, pouco a pouco, à normalidade no Brasil. Mas não em Belo Horizonte. A capital mineira é a única entre as 27 capitais que não dispõe de um plano para a retomada das atividades. Por esse motivo, empresários se mobilizam para pressionar o prefeito da cidade, Alexandre Kalil (PSD), a elaborar algum planejamento.

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O movimento é capitaneado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). O presidente da entidade, o mineiro Paulo Solmucci, apresentou a Kalil a sugestão de um plano para que ele possa se manifestar, mudar ou aprimorar. O que os empresários não abrem mão é de debater e tirar a prefeitura da atual inércia.

A ideia das empresas não é, necessariamente, discutir quando reabrir as atividades. “Não estamos propondo reabrir hoje ou amanhã, mas, sim, ter um plano viável”, declara Solmucci em um vídeo obtido por Oeste. Com apoio de outras entidades e empresas, ele promoverá uma manifestação na próxima quarta-feira, 22, na Praça da Liberdade, às 14h30.

Sacrifício

O protesto tem autorização da Polícia Militar (PM) e será pacífico, aberto para toda a sociedade. A defesa por um plano de retomada das atividades é a pauta central. “Somos a única capital do país sem um plano para a retomada das atividades. Belo Horizonte chegou a 120 dias com seus shoppings, bares e restaurantes e muitos outros estabelecimentos com suas portas fechadas”, critica Solmucci.

Nesses 120 dias, o presidente da Abrasel ressalta que a capital mineira acumulou enormes perdas de vidas, empresas e empregos. “Infelizmente, todo esse sacrifício não conteve o inimigo invisível. E, nos próximos dias, viveremos a triste e previsível escalada da curva”, pondera.

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