Um conjunto de informações já amplamente divulgado pela imprensa levantou suspeitas que envolvem o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o resort Tayayá, no interior do Paraná. As revelações levaram a entidade Transparência Internacional a defender publicamente, em postagem na rede X, a ideia de que já existem elementos suficientes para a instauração de procedimentos formais de apuração pela Procuradoria-Geral da República e pelo Senado Federal.
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Segundo a entidade, a própria imprensa já reuniu fatos que, em conjunto, configurariam indícios robustos de possível conflito de interesses e ocultação patrimonial. Entre eles está o registro de que irmãos do ministro teriam figurado como controladores do Tayayá em períodos anteriores. Além disso, reportagens apontam aportes milionários no empreendimento realizados por pessoas físicas e estruturas jurídicas ligadas à JBS e ao Banco Master, empresas que possuem ou já possuíram processos sob a relatoria de Toffoli no STF.
Outro ponto destacado é a retirada de capital do negócio por meio da venda de cotas, acompanhada da transferência de cerca de R$ 33 milhões para uma offshore. Também chama atenção o fato de o fundo proprietário do resort estar registrado em um endereço considerado de fachada. Ao jornal O Estado de S. Paulo, a cunhada do ministro afirmou desconhecer que o marido fosse dono do Tayayá ou que a sede do fundo estivesse registrada em sua própria residência.
As informações vieram à tona por meio de uma série de reportagens publicadas por veículos como Metrópoles, O Estado de S. Paulo, SBT News, O Globo e Folha de S.Paulo. Para a Transparência Internacional, trata-se de um trabalho “fundamental para o país”, mas que agora exige resposta institucional.
Na avaliação da entidade, a permanência das suspeitas sem investigação formal aprofunda a crise de credibilidade do Supremo Tribunal Federal
Na avaliação da entidade, a permanência das suspeitas sem investigação formal aprofunda a crise de credibilidade do Supremo Tribunal Federal. “Cabe agora à sociedade demandar que as autoridades competentes cumpram seu papel, diante deste caso que está afundando o tribunal constitucional brasileiro em sua mais grave crise.”
Leia também: “Togas fora da lei”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 245 da Revista Oeste






































A gente não sabia que para ser ministro do stf tem que ser milionário.
GOSTARIA DE VER QUANTOS MAGNÂNIMOS MINISTROS USARAM O TAYAYÁ DO ANFITRIÃO TOFFOLI….VORCARO DEVE ESTAR NA LISTA , ALÉM DO BENTO CARNEIRO , QUE JÁ FOI CITADO NA REPORTAGEM !
Yasmin, mas o Resort Tayaya não fica no Paraná? No seu artigo está no Maranhão!
ACREDITO QUE ESTEJAS COM FIXAÇÃO COM O DINOSSAURO… NÃO FALA NADA DE MARANHÃO…